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17 de fev de 2011

Uma pergunta para Heiderscheidt e outra para Colombo

Sobre a posse da mulher do prefeito de Palhoça, Ronério Heiderscheidt (PMDB), foi publicada a seguinte notícia de sua assessoria no site da Assembleia Legislativa. Segue alguns trechos, em destaque:

[Dirce Heiderscheidt (PMDB)] vai defender um projeto amplo e estadual voltada para a área política pública social. Entre os desafios, quer erradicar o analfabetismo em Santa Catarina.

Dirce ocupa a cadeira deixada pelo deputado Serafim Venzon (PSDB). O tucano se licenciou para ser secretário de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação.


Acadêmica em Serviço Social, Dirce Heiderscheidt, que há 20 anos labuta na área social, decidiu encarar o desafio e se lançou, pela primeira vez, na vida pública.

Experiência e credibilidade ela já assegurou durante essas duas décadas de dedicação total para a área social.

Entre as várias realizações enumeradas e o extenso currículo, fica a pergunta: Por que, então, não é ela quem assume a Secretaria de Assistência Social ao invés do deputado-licenciado Serafim Venzon? O governo de Raimundo Colombo não deveria ser formado por técnicos?


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