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22 de nov de 2011

Proposta é decreto para anistiar excluídos

A anisita em Santa Catarina vai ser efetivada com um decreto assinado pelo governador Raimundo Colombo reintegrando apenas os 18 excluídos da Polícia Militar. Essa é das propostas aprovadas na reunião do Conselho Estratégio da PM. Um grupo de coronéis está debruçado sobre o texto. Ainda não há data para a publicação do decreto.

O comandante da corporação, coronel Nazareno Marcineiro, ainda vai convocar os policiais excluídos para uma conversa em seu gabinete.

Anistia vai ser aplicada em Santa Catarina

O conselho de coronéis da Polícia Militar, também conhecido como Conselho Estratégico, aprovou a aplicação da anistia aos praças que participaram das manifestações de dezembro de 2008. A decisão ainda não foi tornada pública, mas já se sabe que a Lei nº 12.191 vai ser colocada em prática em sua totalidade. Ou seja, a anistia vai ser "ampla, geral e irrestrita".

Pelo twitter, o comandante da PM, coronel Nazareno Marcineiro, afirmou que o teor da reunião "será divulgado em breve, dando publicidade e transparência".

Santa Catarina é o último Estado a aplicar a lei federal - aprovada em janeiro de 2010.

Mais informação em seguida.

Conselho Estratégico está reunido avaliando anistia

 Às 10:06 horas, da manhã de terça-feira 22, o comandante da Polícia Militar, coronel Nazareno Marcineiro, "twittou" a seguinte nota, conforme publicada no começo dessa manhã aqui:

Em reunião com o Conselho Estratégico da PMSC, avaliando a situação da anistia para os PM's envolvidos na manifestação de 2008.

Anistia está próxima

Na manhã de terça-feira (22), o coronel Nazareno Marcineiro, comandante da Polícia Militar, reúne o Conselho Estratégico, formado pelos 29 coronéis da corporação, para tomar uma decisão coletiva sobre a anistia. Nessa data, completa 687 dias sem cumprimento da Lei da Anistia.

Ao todo foram 18 policiais militares excluídos da corporação por causa da participação no movimento de dezembro de 2008. Desses, 13 ainda estão fora e cinco retornaram por decisão judicial, sendo que um deles foi assassinado em uma ocorrência. Não há uma pesquisa, mas a Associação de Praças (Aprasc) estima que centenas de praças foram punidos com penas de advertência, repreensão e prisão de até 30 dias. No Corpo de Bombeiro não houve exclusões.

Desde a semana passada, diretores da Aprasc estão conversando com todos os coronéis para garantir a aprovação.

O tema já tomou conta dos debates em todos os fóruns e redes sociais de praças e oficiais. Com o apoio da diretoria da Associação de Oficiais Militares de Santa Catarina (Acors) e da manifestação pública do presidente, coronel Fred Harry Schauffert, muitos oficiais agora se sentem mais a vontade em apoiar o pleito.