Cabeçalho 1
27 de jun. de 2012
20 de jun. de 2012
Admissibilidade das PECs de carreira jurídica é aprovada
O Plenário da Assembleia Legislativa aprovou, na tarde de quarta-feira 20/06, a admissibilidade das duas propostas de emenda constitucional, de 2011, que propõem transformar em carreira jurídica os grupos da segurança pública de delegados da Polícia Civil e de oficiais da Polícia Militar.
O único voto contrário foi do deputado Sargento Soares (PDT).
Com a aprovação da admissibilidade, as PECs retornam à Comissão de Constituição e Justiça para análise da constitucionalidade e legalidade. Não existe previsão para finalizar a tramitação.
O único voto contrário foi do deputado Sargento Soares (PDT).
Com a aprovação da admissibilidade, as PECs retornam à Comissão de Constituição e Justiça para análise da constitucionalidade e legalidade. Não existe previsão para finalizar a tramitação.
A PEC nº 10/2011, da Polícia Militar, de autoria do deputado Marcos Vieira (PSDB), sugere alterar o artigo 107 da Constituição estadual e ficar com o seguinte texto:
Senadora repercute fraudes em concursos públicos do país
A senadora Ana Amélia Lemos repercutiu no Plenário reportagem veiculada no "Fantástico" as fraudes em concursos públicos no Brasil. Segue a notícia e depois o trecho do discurso. A fonte é a Agência Senado.
Ao comentar a reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, que denunciou, no último domingo (17), fraudes em vários concursos públicos, a senadora Ana Amélia (PP-RS) condenou a prática e disse que as autoridades precisam criar mecanismos para impedir mais episódios desse tipo.
- O debate sobre os concursos públicos precisa acontecer o mais rápido possível para que todas as regras e crimes sejam discutidos e possamos fazer justiça a esses milhões de estudantes brasileiros que dedicam horas de estudo e investem muito na esperança de um futuro melhor – afirmou nesta terça-feira (19), em Plenário.
Na opinião da senadora, a reportagem revelou uma “verdadeira maracutaia dos concursos fajutos, armados, montados para beneficiar apadrinhados políticos”. Ela disse que as fraudes em concursos públicos vêm sendo usadas por corruptos para empregar parentes e apadrinhados de uma maneira que revolta os cidadãos de bem.
- O debate sobre os concursos públicos precisa acontecer o mais rápido possível para que todas as regras e crimes sejam discutidos e possamos fazer justiça a esses milhões de estudantes brasileiros que dedicam horas de estudo e investem muito na esperança de um futuro melhor – afirmou nesta terça-feira (19), em Plenário.
Na opinião da senadora, a reportagem revelou uma “verdadeira maracutaia dos concursos fajutos, armados, montados para beneficiar apadrinhados políticos”. Ela disse que as fraudes em concursos públicos vêm sendo usadas por corruptos para empregar parentes e apadrinhados de uma maneira que revolta os cidadãos de bem.
18 de jun. de 2012
Comandante do Bombeiro Militar: situação ou oposição?
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| Fotos: Alexandre Brandão |
Apesar de ser de iniciativa parlamentar, assinada pela Mesa Diretora da Alesc, a PEC-01/2012 tem o apoio de importantes membros do Executivo. Um deles é o secretário de Estado da Infraestrutura, Valdir Cobalchini (PMDB), conhecido por sua defesa intransigente aos voluntários.
Na Assembleia, dos sete integrantes da chamada "bancada dos bombeiros voluntários" seis fazem parte da base governista, sendo dois do mesmo partido do governador, o PSD - Darci de Matos e Kennedy Nunes. E, por coincidência, da mesma base eleitoral do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, apoiador militante da emenda constitucional.
Durante a votação da admissibilidade da PEC em Plenário, em 8 de maio, a proposta recebeu votos contrários majoritariamente da oposição - apenas dois deputados da base aliada votaram a favor: Romildo Titon (PMDB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, e Edison Andrino (PMDB), líder do governo.
Para piorar o desconforto do Comando, até mesmo o governador Raimundo Colombo declarou, em 23 de maio, que é favorável à aprovação da PEC-01. Desde então, a proposta continua em tramitação na Alesc. Pode ser aprovada ou rejeitada pela CCJ. Se recusada, ainda pode receber um recurso em Plenário, instância em que a maioria já se mostrou favorável à PEC. Quer dizer, a chance de ser aprovada é enorme.
Com a declaração do governador e a consequente aprovação da PEC, o que fará o comandante-geral do Bombeiro Militar, coronel José Luiz Masnik?
15 de jun. de 2012
Cancelado debate sobre unificação das polícias Civil e Militar
Notícia publicada na Agência Câmara informa que o debate na Câmara dos Deputados sobre unificação das polícias foi cancelado por "incompatibilidade na agenda dos convidados". Será mesmo que o problema foi a agenda? Ou falta de vontade?
Leia a íntegra na fonte
Cancelado debate sobre unificação das polícias Civil e Militar
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público cancelou a audiência pública que realizaria nesta quinta-feira (14) para discutir a unificação das polícias Civil e Militar. A reunião foi cancelada por incompatibilidades na agenda dos convidados. Nova data para o debate ainda será definida.
Leia a íntegra na fonte
14 de jun. de 2012
Presidente da Acors, coronel Schauffert faz um desabafo
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| Divulgação Alesc |
O coronel Fred Harry Schauffert, comandante da 11ª Região da Polícia Militar, que engloba as principais unidades da região continental da Grande Florianópolis, fez um desafabo sobre a situação da instituição e defendeu uma mudança drástica e radical em todo sistema de segurança pública do Brasil.
Logo no começo, o coronel começou criticando a ausência da comunidade na audiência, e lembrou o artigo 144 da Constituição Federal, que diz que a segurança pública é "dever do Estado" e "responsabilidade de todos". Mais: defendeu a reformulação de todo o sistema penal e processual penal do país para se aumentar o poder de polícia. "Ou estaremos fadados ao insucesso", sentenciou no alto de seus 36 anos e seis meses de efetivo trabalho na PM.
30 de mai. de 2012
Terceirizados do TJSC têm direitos trabalhistas atacados
| tj.sc.gov.br |
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) foi pelo menos conivente com a precarização de relações de trabalho de cerca de 20 terceirizados nos últimos meses. A RBM Soluções, como sede em São José, na Grande Florianópolis, não assinou a carteira dos trabalhadores e os salários eram pagos em dinheiro, entregues dentro de envelopes, nas dependências do Arquivo Central do Tribunal.
A terceirização envolvendo a RBM não é o único caso de ataque a direitos trabalhistas no Tribunal catarinense. O Inquérito Civil 000384.2006.12.000/0-25, aberto em 2006 pelo Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina, apura esta e outras denúncias de irregularidades envolvendo terceirizados e estagiários. Com cerca de mil páginas, iniciou com uma denúncia anônima contra o Governo do Estado – Tribunal de Justiça e a intermediária de mão-de-obra Plansul.
Desde fevereiro deste ano, o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina (SINJUSC) aguarda resposta a um pedido encaminhado para a presidência do TJSC sobre as denúncias de trabalhadores da RBM. A solicitação foi transformada no processo administrativo 451.321.-2012.5. Até agora, a Diretoria de Documentação e Informação do Tribunal disse apenas que entre janeiro e fevereiro de 2012 estavam no Arquivo Central 52 trabalhadores da RBM. O contrato entre o TJSC e a RBM, no entanto, previa 12.
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