Um ex-presidente estadual do PT, que hoje tem cargo comissionado na Assembleia Legislativa, confirmou que o partido não queria mesmo a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar denúncias de torturas.
Segundo o ex-dirigente, o partido avaliava que a CPI não seria efetiva com o cargo de relator entregue à base do governo estadual, já que a presidência estaria garantida para o deputado Pedro Uczai, líder da bancada petista, e autor do requerimento da instalação da investigação.
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10 de nov. de 2009
9 de nov. de 2009
A CPI morreu, mas quem enterrou?
Há quem diga que o PT não queria a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito para não atrapalhar o namoro com o PMDB em nível nacional e estadual.
Autor do requerimento para a instalação da chamada CPI do Sistema Carcerário, o deputado Pedro Uczai, líder interino do PT, de posse de 15 assinaturas protocolou o documento logo na manhã desta segunda-feira (09).
De acordo com o Regimento da Assembleia Legislativa, para ser lido em Plenário, o requerimento pode ser apresentado até 30 minutos antes da abertura da sessão ordinária. Portanto, poderia ser apresentado até as 13:30 de terça-feira (10).
Isso quer dizer que o líder petista deu mais de 24 horas para o governo agir - e pressionar - dissidências entre os deputdos aliados. Se cumprisse o regimento em seu limite, o líder do governo só teria meia hora para trabalhar.
Ou o PT agiu de caso pensado, ou agiu de caso não pensado.
Autor do requerimento para a instalação da chamada CPI do Sistema Carcerário, o deputado Pedro Uczai, líder interino do PT, de posse de 15 assinaturas protocolou o documento logo na manhã desta segunda-feira (09).
De acordo com o Regimento da Assembleia Legislativa, para ser lido em Plenário, o requerimento pode ser apresentado até 30 minutos antes da abertura da sessão ordinária. Portanto, poderia ser apresentado até as 13:30 de terça-feira (10).
Isso quer dizer que o líder petista deu mais de 24 horas para o governo agir - e pressionar - dissidências entre os deputdos aliados. Se cumprisse o regimento em seu limite, o líder do governo só teria meia hora para trabalhar.
Ou o PT agiu de caso pensado, ou agiu de caso não pensado.
29 de fev. de 2008
Uma mão lava a outra

A CPI da Casan (foto acima), instalada em 28 de agosto do ano passado para averiguar a possível compra de votos pela estatal em favor da deputado estadual Ada De Luca (PMDB), foi sepultada pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa, em 9 de novembro, depois de um requerimento feito pelo deputado Renato Hinnig (PMDB), integrante da ex-Comissão. Ada é esposa do atual presidente da Casan, Walmor De Luca.
Hinnig hoje é acusado de agredir fisicamente sua ex-esposa. A Comissão de Direitos e Garantias Fundamentais de Amparo à Família e à Mulher, que deveria apresentar a denúncia à Comissão de Ética, é presidida pela deputada Ada. Há alguma chance da investigação prosperar?
Foto de Eduardo Guedes de Oliveira / Divulgação Alesc
Foto de Eduardo Guedes de Oliveira / Divulgação Alesc
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