O deputado Ismael dos Santos informou através da Tribuna da Assembleia Legislativa que, diante dos apelos dos policiais e bombeiros militares, vai retirar de tramitação o Projeto de Lei Complementar nº 30/2012, que acaba com a obrigatoriedade do diploma de curso superior para ingressar nas corporações militares estaduais.
Ele afirmou que vai debater o assunto - a regulamentação da entrada de servidores na Polícia e Bombeiro Militar - durante a tramitação do Projeto de Lei Complementar nº 8/2012, que dispõe sobre o ingresso nas carreiras das instituições militares. O projeto está tramitando na Comissão de Constituição e Justiça sob relatoria do deputado Amauri Soares, que também relataria o PLC 30.
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13 de nov. de 2012
30 de abr. de 2009
A maconha e o Parlamento
O assunto "Marcha da Maconha" chegou até o Plenário através do discurso do deputado-suplente Ismael dos Santos (DEM) que considerou a erva "porta de entrada para drogas pesadas". Criticou os organizadores do evento e tratou os usuários como se fossem criminosos. Outro deputado-suplente, José Natal (PSDB) reforçou o argumento do colega em aparte, chegando a insinuar que o usuário está no mesmo patamar do ladrão, traficante e assassino, enfim, um criminoso comum.
Que a maconha faz mal para saúde ninguém pode duvidar, mas a porta de entrada para outras drogas - vamos deixar de demagogia - é o álcool e o cigarro, que são muito mais prejudiciais à saúde e, pior, vendidos livremente em qualquer mercadinho da cidade. Um dia, nos Estados Unidos, o álcool já foi proibido e sua venda e consumo era restrita aos marginais, entendendo o termo como aquele que está à margem da sociedade, e não criminoso. A situação de proibição gerou tráfico, violência e assassinatos.
Não estou defendendo a legalidade da venda e compra da maconha, até porque não tenho posição definida sobre o assunto. Mas defendo o fim do discurso demagógico em relação à todas às drogas - cocaína, álcool, maconha e cigarro, que se diferenciam apenas por ser legal ou não.
Que a maconha faz mal para saúde ninguém pode duvidar, mas a porta de entrada para outras drogas - vamos deixar de demagogia - é o álcool e o cigarro, que são muito mais prejudiciais à saúde e, pior, vendidos livremente em qualquer mercadinho da cidade. Um dia, nos Estados Unidos, o álcool já foi proibido e sua venda e consumo era restrita aos marginais, entendendo o termo como aquele que está à margem da sociedade, e não criminoso. A situação de proibição gerou tráfico, violência e assassinatos.
Não estou defendendo a legalidade da venda e compra da maconha, até porque não tenho posição definida sobre o assunto. Mas defendo o fim do discurso demagógico em relação à todas às drogas - cocaína, álcool, maconha e cigarro, que se diferenciam apenas por ser legal ou não.
1 de jul. de 2008
Primeiro capítulo
Como novidade, ele prometeu ler um capítulo por dia do livro-dossiê "A Descentralização no Banco dos Réus". Hoje foi o primeiro. Infelizmente, seu discurso foi interrompido pelo deputado-suplente Ismael dos Santos (DEM) que queria uma cópia do livro porque desconhecia seu conteúdo, quase um mês depois que estourou o escândalo da revista "Metrópole".
No mesmo dia em que Ismael tomou posse, em 3 de junho, Nei Silva, dono do periódico, foi preso sob acusação de tentar extorquir R$ 1,6 milhão do governo do Estado para não divulgar um livro com supostas denúncias contra o governador e aliados.
Em tempo, Ismael assumiu a cadeira para que seu deputado-titular, o correligionário Darci de Matos, possa disputar com mais tranquilidade o cargo de prefeito de Joinville.
10 de jun. de 2008
Porta fechada
O deputado-suplente Ismael dos Santos (DEM), que substitui o companheiro Darci de Matos, chegou hoje pontualmente às 8 horas para cumprir expediente e encontrou a porta do gabinete que ora ocupa fechada, ou melhor, chaveada. Não tinha funcionário para atendê-lo.Ele deu meia-volta, circulou um pouco pelos corredores, procurou alguém, voltou para a sala 115 e a porta persistia fechada. Dez minutos depois, um servidor de outro gabinete resolveu ajudar e provindenciou uma chave para o que deputado-suplente pudesse começar seu dia de trabalho.
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