Artigo do deputado federal eleito e ex-governador Esperidião Amin, publicado no jornal "Diário Catarinense", afasta o seu partido, o PP, da composição da base aliada do governador eleito Raimundo Colombo (DEM). No texto, Amin afirma que o povo catarinense "colherá os frutos da sua decisão" de não levar a eleição para o segundo turno. Quer dizer, joga para os eleitores a "culpa" de a sua candidata não alcançar votos suficientes para chegar ao segundo turno e a "culpa" do que pode vir pela frente.
A seguir, o líder progressista crítica alguns momentos da campanha de Raimundo Colombo, quando o democrata afirmou que a Aprasc partidarizou a segurança pública e defendeu a construção de hospitais filantrópicos. Por fim, questiona se as 36 secretarias regionais são mesmo sinônimos de descentralização (principal bandeira de campanha da ala governista).
Leia aqui a íntegra (via 'DC')
Cabeçalho 1
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20 de out. de 2010
5 de out. de 2010
Deputado federal eleito, Agostini denuncia corrupção nas eleições
Integrante da tríplice aliança, o deputado federal eleito Onofre Agostini (DEM) e ex-secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável reclamou do poder econômico usado durante essa campanha eleitoral de 2010. "Jamais vi em toda minnha vida pública tamanha corrupação em uma eleição", declarou o parlamentar, que está desde 1991 na Assembleia Legislativa, em sua quinta legislatura, e que também já foi prefeito de Curitibanos.
Com essa situação, Agostini está perdendo a confiança na Justiça, que, segundo ele, fica punindo "detalhezinhos, como placas que estão fora do lugar". "Criticam os políticos, mas a Justiça brasileira, faça-me o favor", disse indignado. Por isso tudo, acha inútil fazer qualquer denúncia.
Ele foi o primeiro a discursar depois do recesso eleitoral.
Com essa situação, Agostini está perdendo a confiança na Justiça, que, segundo ele, fica punindo "detalhezinhos, como placas que estão fora do lugar". "Criticam os políticos, mas a Justiça brasileira, faça-me o favor", disse indignado. Por isso tudo, acha inútil fazer qualquer denúncia.
Ele foi o primeiro a discursar depois do recesso eleitoral.
30 de jun. de 2010
DEM começa enfraquecido
A campanha de Raimundo Colombo (DEM) começa enfraquecida. Explica-se: apesar de contar com a formação da tríplice aliança, os principais partidos que compõem a candidatura entraram divididos e de forma forçada.
Enquanto a base e a cúpula nacional do PMDB queriam candidatura própria ou pelo menos aliança com Ideli Salvatti (PT), os caciques locais manobraram para construir a chapa com os Democratas. Tomaram vaias e não vão levar toda a base peemedebista.
Na outra ponta da tríplice, a base do PSDB buscava aliança com o PP ou candidatura própria. Determinação da direção nacional obrigou os tucanos catarinenses a fecharem com o DEM, caso contrário haveria intervenção. Enquanto algumas lideranças locais do PSDB defendiam veementemente a chapa com os progressistas, outras gostaram da atitude da nacional. O próprio governador Leonel Pavan queria sua própria candidatura. É mais um partido que entra rachado para compor a unidade.
Enquanto a base e a cúpula nacional do PMDB queriam candidatura própria ou pelo menos aliança com Ideli Salvatti (PT), os caciques locais manobraram para construir a chapa com os Democratas. Tomaram vaias e não vão levar toda a base peemedebista.
Na outra ponta da tríplice, a base do PSDB buscava aliança com o PP ou candidatura própria. Determinação da direção nacional obrigou os tucanos catarinenses a fecharem com o DEM, caso contrário haveria intervenção. Enquanto algumas lideranças locais do PSDB defendiam veementemente a chapa com os progressistas, outras gostaram da atitude da nacional. O próprio governador Leonel Pavan queria sua própria candidatura. É mais um partido que entra rachado para compor a unidade.
15 de jun. de 2010
Troca de cargos
Em tom de brincadeira, o deputado Sargento Soares disse na reunião da Comissão de Constituição e Justiça, na manhã de terça-feira (15), que o acordo entre DEM e PMDB inclui a cessão dos cargos dos democratas na CCJ para os pemeedebistas - já que não tinha nenhum demo na reunião.
A vaga de César Souza Júnior (DEM) foi ocupada por Valdir Cobalchini (PMDB), pelo menos interinamente.
Desafeto de Luiz Henrique da Silveira (PMDB), o parlamentar vai gastar a semana para desgastar o PMDB.
A vaga de César Souza Júnior (DEM) foi ocupada por Valdir Cobalchini (PMDB), pelo menos interinamente.
Desafeto de Luiz Henrique da Silveira (PMDB), o parlamentar vai gastar a semana para desgastar o PMDB.
13 de abr. de 2010
PP próximo do PSDB
Apesar dos boatos de que o PP, de Angela Amin, vai conceder a vaga de vice para o PDT, de Manoel Dias, a bancada do partido na Assembleia Legislativa recebeu o líder do PSDB, deputado Serafim Venzon, e os prefeitos tucanos José Roberto Martins (Imbituba), que também é presidente da Associação dos Prefeitos e Vice-prefeitos do PSDB, e Clésio Salvaro (Criciúma), também tucano. Além da presente, é claro, de Esperidião Amin.
Os progressistas também estão em contato permanente com os Democratas. Alguns observadores dizem que o czar Jorge Bornhausen defende que o partido saia coligado com o PP, em detrimento da candidatura própria do senador Raimundo Colombo.
3 de abr. de 2010
Mega-Sena para vítimas de enchente em SC
Pré-candidato ao governo do Estado de SC pelo DEM, o senador Raimundo Colombo teve um projeto de lei de sua autoria aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. A proposta autoriza a Caixa Econômica Federal a realizar um concurso especial da Mega Sena para destinar parte dos recursos ao socorro das vítimas das enchentes de 2008 em Santa Catarina.
O relator do PL foi o líder do DEM na Câmara, o também catarinense deputado Paulo Bornhausen, apresentou parecer favorável e apresentou dados, publicados na Agência Câmara, para sustentar sua posição: 22.952 desabrigados, 31.087 desalojados, 85 mortos e 30 desaparecidos e mais 1,5 milhão de pessoas afetadas, além de oito municípios isolados - São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoa e Benedito Novo.
Faltou dizer que a cidade mais afetada, Blumenau, é dirigida pelo também democrata João Paulo Kleinübing.
O relator do PL foi o líder do DEM na Câmara, o também catarinense deputado Paulo Bornhausen, apresentou parecer favorável e apresentou dados, publicados na Agência Câmara, para sustentar sua posição: 22.952 desabrigados, 31.087 desalojados, 85 mortos e 30 desaparecidos e mais 1,5 milhão de pessoas afetadas, além de oito municípios isolados - São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoa e Benedito Novo.
Faltou dizer que a cidade mais afetada, Blumenau, é dirigida pelo também democrata João Paulo Kleinübing.
31 de mar. de 2010
Caciques
23 de mar. de 2010
Luiz Henrique solitário
O governador Luiz Henrique da Silveira está encurralado. No ocaso de seu governo, está sozinho. Dentro de seu próprio partido ninguém o escuta mais. Para implodir a candidatura própria do PMDB, lançou o neonato peemedebista Dário Berger - aquele que de vez em quando governa Florianópolis.
Abre parêntese. Seu intento é manter a tríplice aliança (DEM, PSDB e PMDB) para facilitar sua candidatura ao Senado Federal. Com os Democratas na cabeça da chapa majoritária. Esse é o acordo acertado no passado - não muito distante - entre ele e Jorge Bornhausen. Fecha parêntese.
Mas boa parte do partido não gostou da atitude. Aliás, boa parte do partido não gosta de Berger. A começar pelo presidente, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira, e o secretário-geral, deputado Renato Hinnig
Maior partido de SC e do país, o PMDB não admite não ter candidatura própria no Estado. E Pinho Moreira, depois de esquentar a cadeira da governância por alguns meses, quer voltar ao posto.
O apoio à Dário Berger é uma faca de dois gumes. Por um lado, LHS reforça sua batalha para implodir as prévias e a candidatura própria, mas, por outro, joga o PMDB nos braços da presidencíável Dilma Rousseff. Luiz Henrique já declarou antecipadamente apoio à José Serra - uma forte demonstração de apreço aos outros grandes partidos da tríplice. Mas Dário está de mãos dadas com o PT nacional da mesma forma que Pinho Moreira. Ou seja, joga com Dário para manter a tríplice, mas acaba deixando o PT nacional como única alternativa do PMDB catarinense.
Seu plano de manter a tríplice e se consagrar como candidato a senador mais votado do Estado está fazendo água. Primeiro porque seu próprio partido o desafia com o lançamento da pré-candidatura ao Senado do ex-governador Paulo Afonso, que também é aliado do governdo federal.
Segundo porque com a debandada do DEM, que não encontrou garantias de apoio no PMDB e no PSDB à candidatura majoritária de Raimundo Colombo, foi lançada a candidatura à senador do empresário e comunicador César Souza, o Pai - que já foi um dos deputados mais votados. Por fim, há ainda os candidatos da oposição: Cláudio Vignatti (PT) e Esperidião Amin (PP).
Duas vagas e cinco fortes concorrentes.
Toda essa complicação pode fazer LHS desistir do Senado.
Nos corredores da Assembleia Legislativa, escuta-se a história de que o presidente da Câmara dos Deputados e do diretório nacional do PMDB, deputado Michel Temer, ofereceu uma saída honrosa para Luiz Henrique. Lhe entrega um ministério, ele desiste da candidatura ao Senado e acaba apoiando a candidata do presidente Lula, da qual Temer quer ser vice.
Mais: com a previsão de deixar o governo no dia 24 de março, antes do julgamento do vice Leonel Pavan, marcado para o dia 30, Luiz Henrique pode afrontar o Judiciário. Com essa manobra, o processo é remetido imediatamente ao Supremo Tribunal Federal, pois Pavan assume a condição de governador titular. Assim, paga a dívida que tem com Pavan, que ajudou em sua absolvição no julgamento de 2008, mas desacata o Judiciário catarinense.
São tempos difícis para Luiz Henrique - que durante sete anos e três meses comprou novos aliados e traiu antigos amigos e agora se vê com dificuldades em conquistar uma vaga no Senado.
Abre parêntese. Seu intento é manter a tríplice aliança (DEM, PSDB e PMDB) para facilitar sua candidatura ao Senado Federal. Com os Democratas na cabeça da chapa majoritária. Esse é o acordo acertado no passado - não muito distante - entre ele e Jorge Bornhausen. Fecha parêntese.
Mas boa parte do partido não gostou da atitude. Aliás, boa parte do partido não gosta de Berger. A começar pelo presidente, o ex-governador Eduardo Pinho Moreira, e o secretário-geral, deputado Renato Hinnig
Maior partido de SC e do país, o PMDB não admite não ter candidatura própria no Estado. E Pinho Moreira, depois de esquentar a cadeira da governância por alguns meses, quer voltar ao posto.
O apoio à Dário Berger é uma faca de dois gumes. Por um lado, LHS reforça sua batalha para implodir as prévias e a candidatura própria, mas, por outro, joga o PMDB nos braços da presidencíável Dilma Rousseff. Luiz Henrique já declarou antecipadamente apoio à José Serra - uma forte demonstração de apreço aos outros grandes partidos da tríplice. Mas Dário está de mãos dadas com o PT nacional da mesma forma que Pinho Moreira. Ou seja, joga com Dário para manter a tríplice, mas acaba deixando o PT nacional como única alternativa do PMDB catarinense.
Seu plano de manter a tríplice e se consagrar como candidato a senador mais votado do Estado está fazendo água. Primeiro porque seu próprio partido o desafia com o lançamento da pré-candidatura ao Senado do ex-governador Paulo Afonso, que também é aliado do governdo federal.
Segundo porque com a debandada do DEM, que não encontrou garantias de apoio no PMDB e no PSDB à candidatura majoritária de Raimundo Colombo, foi lançada a candidatura à senador do empresário e comunicador César Souza, o Pai - que já foi um dos deputados mais votados. Por fim, há ainda os candidatos da oposição: Cláudio Vignatti (PT) e Esperidião Amin (PP).
Duas vagas e cinco fortes concorrentes.
Toda essa complicação pode fazer LHS desistir do Senado.
Nos corredores da Assembleia Legislativa, escuta-se a história de que o presidente da Câmara dos Deputados e do diretório nacional do PMDB, deputado Michel Temer, ofereceu uma saída honrosa para Luiz Henrique. Lhe entrega um ministério, ele desiste da candidatura ao Senado e acaba apoiando a candidata do presidente Lula, da qual Temer quer ser vice.
Mais: com a previsão de deixar o governo no dia 24 de março, antes do julgamento do vice Leonel Pavan, marcado para o dia 30, Luiz Henrique pode afrontar o Judiciário. Com essa manobra, o processo é remetido imediatamente ao Supremo Tribunal Federal, pois Pavan assume a condição de governador titular. Assim, paga a dívida que tem com Pavan, que ajudou em sua absolvição no julgamento de 2008, mas desacata o Judiciário catarinense.
São tempos difícis para Luiz Henrique - que durante sete anos e três meses comprou novos aliados e traiu antigos amigos e agora se vê com dificuldades em conquistar uma vaga no Senado.
22 de mar. de 2010
Como escreve o nome do governador? Os Democratas não sabem
Depois de sete anos juntos, DEM e PMDB, os Democratas ainda não aprenderam a escrever o nome do governador. Na nota pública do partido, o primeiro nome do mandatário peemedebista é escrito com S e com Z:
(...)
1. Em 2006 foi formada a denominada “poli-aliança” em Santa Catarina ,visando apoiar Geraldo Alckmin (PSDB) e José Jorge (PFL atual DEM) para Presidente e vice, Luiz Henrique da Silveira (PMDB) e Leonel Pavan (PSDB) para Governador e vice, e Raimundo Colombo (PFL atual DEM) para o senado;
(...)
3. Em 2009, por iniciativa e liderança do Governador Luis Henrique, os três maiores partidos da “polialiança” e os quatro postulantes a uma candidatura comum a Governador passaram a se reunir, ficando decidido que se não fosse conseguido o consenso, no início de 2010 seria fixado um critério para que a escolha recaísse naquele que viesse a ter as melhores condições de vitória, daí se definindo a chapa majoritária;
Em tempo: o correto é Luiz Henrique da Silveira.
(...)
1. Em 2006 foi formada a denominada “poli-aliança” em Santa Catarina ,visando apoiar Geraldo Alckmin (PSDB) e José Jorge (PFL atual DEM) para Presidente e vice, Luiz Henrique da Silveira (PMDB) e Leonel Pavan (PSDB) para Governador e vice, e Raimundo Colombo (PFL atual DEM) para o senado;
(...)
3. Em 2009, por iniciativa e liderança do Governador Luis Henrique, os três maiores partidos da “polialiança” e os quatro postulantes a uma candidatura comum a Governador passaram a se reunir, ficando decidido que se não fosse conseguido o consenso, no início de 2010 seria fixado um critério para que a escolha recaísse naquele que viesse a ter as melhores condições de vitória, daí se definindo a chapa majoritária;
Em tempo: o correto é Luiz Henrique da Silveira.
17 de mar. de 2010
Kuhlmann pede demissão de Benedet 2
Transcrevo trecho de notícia publicada no Portal Alesc:
O parlamentar afirmou que a exoneração do secretário é a “única solução viável” para os problemas do setor. De acordo com o deputado, a interdição do Presídio Regional de Blumenau foi a gota d’água para a situação. “A postura que o secretário assumiu é absurda. Ele não respeita nem as ordens de seu governador. Quando não existe mais a condição de debate, de conversa, a solução é a exoneração.” O Presídio Regional de Blumenau foi interditado ontem à noite, pelo juiz-corregedor Edson Marcos de Mendonça, titular da 3ª Vara Criminal. A partir de hoje, a unidade não pode mais receber novos detentos. A entrada de um novo preso só será feita quando um dos 761 detentos sair por cumprimento de pena ou ordem judicial.
Kuhlmann ainda ironizou o comentário que o diretor-interino do Departamento de Administração Prisional (Deap), Alexandre Brum, fez à imprensa em relação ao assunto. “Ele disse que ainda não tinha sido notificado. Não consigo entender. O local convive com a superlotação e a falta de efetivo e de automóvel há muito tempo e ele desconhece a situação?”
Questionado sobre o pedido, o líder do governo, deputado Elizeu Mattos (PMDB), preferiu não comentar o assunto.
Kuhlmann pede demissão de Benedet
Com a interdição do Presídio Regional de Blumenau desde esta madrugada, o deputado Jean Kuhlmann (DEM), um dos representantes da região, fez um duro pronunciamento pedindo a exoneração imediata do secretário de Segurança Pública Ronaldo Benedet. O pedido foi feito publicamente na terça-feira 17, através da TVAL.
Além de questionar a competência do secretário, o deputado está defendendo, indiretamente, uma posição de seu partido. Benedet é concorrente direto do secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Onofre Agostini, a uma vaga na Câmara dos Deputados.
Não é a primeira vez que Kuhlmann critica Benedet. Os ataques têm sido sistemáticos e - agora - sintomáticos.
Além de questionar a competência do secretário, o deputado está defendendo, indiretamente, uma posição de seu partido. Benedet é concorrente direto do secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Onofre Agostini, a uma vaga na Câmara dos Deputados.
Não é a primeira vez que Kuhlmann critica Benedet. Os ataques têm sido sistemáticos e - agora - sintomáticos.
20 de mar. de 2009
PP e DEM comendo juntos
10 de jun. de 2008
Porta fechada
O deputado-suplente Ismael dos Santos (DEM), que substitui o companheiro Darci de Matos, chegou hoje pontualmente às 8 horas para cumprir expediente e encontrou a porta do gabinete que ora ocupa fechada, ou melhor, chaveada. Não tinha funcionário para atendê-lo.Ele deu meia-volta, circulou um pouco pelos corredores, procurou alguém, voltou para a sala 115 e a porta persistia fechada. Dez minutos depois, um servidor de outro gabinete resolveu ajudar e provindenciou uma chave para o que deputado-suplente pudesse começar seu dia de trabalho.
9 de mai. de 2008
Gavazzoni: a revelação
Antônio Marcos Gavazzoni (DEM), secretário de Estado da Administração, é a principal revelação do secretariado do segundo mandato do governador Luiz Henrique da Silveira. A participação nas nove audiências públicas, por toda Santa Catarina, que discutiu a reformulação da previdência pública estadual, foi sua provação mais importante.Defendeu o governo com contundência - comportamento que não tinha durante seu início tímido no colegiado. Qualificado, respondeu muito bem às críticas dos líderes sindicais. Quando vaiado pelos servidores, soube manter a calma. Advogado por formação, Gavazzoni foi procurador do município de Chapecó até ser indicado pelo partido para ocupar o cargo. Na verdade, é indicação pessoal do prefeito João Rodrigues (DEM).
Fotos de Solon Soares (Alesc), durante a audiência pública no ginásio de esportes da Unoesc de São Miguel do Oeste, em 15 de abril
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