O segundo comandante geral da Polícia, Paulo de Almeida (na hoto), voltou a falar da actividade desenvolvida pelas empresas de segurança privada. Para ele, as mesmas estão a margem da lei, tudo porque as armas que usam são ilegais.
P-Nas empresas de segurança, o que mais vos preocupa?
Uma empresa de segurança deve ter capacidade para funcionar e deve ter condições estruturais para o fazer. O pessoal para segurança deve ser estritamente seleccionado, não deve ter cadastro. Eles devem ter uma formação, não digo militar, mas uma formação cívica, ética e profissional que lhes permita enquadrarem-se devidamente nos princípios deontológicos da sua actividade. E, por último, temos de definir que tipo de equipamento devem ter os seguranças privados, senão, teremos seguranças equipados da mesma forma que as forças do Estado. Isto é o que queremos rever. Não são medidas fora do comum em Angola, é aquilo que existe na generalidade dos países. Não podemos ter uma segurança privada que use armas de guerra. Não podemos ter uma segurança privada que não respeite o código de estrada.
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16 de abr. de 2011
Angola: Armas das empresas de segurança são ilegais
Compartilho entrevista com chefe militar da Polícia de Angola:
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