Rodolfo Pinto da Luz, ex-reitor da UFSC por três vezes, parece que virou uma espécie de curinga na administração de Dário Berger.
Na sexta-feira, o prefeito de Florianópolis assinou decreto que institui comissão especial para a apresentação e revisão do anteprojeto do Plano Diretor Participativo (PDP). Depois de enfrentar forte resistência da comunidade, o prefeito teve que aceitar a revisão do plano diretor.
Além de ser o titular da pasta da Secretaria de Educação e superintendente da Fundação Franklin Cascaes, Pinto da Luz vai assumir a coordenação dos trabalhos do PDP.
A discussão recomeça no dia 3 de abril. Novas sugestões poderão ser apresentadas individualmente, ou coletivamente; por associações ou pessoas jurídicas de qualquer natureza; ou ainda por órgãos públicos, desde que formal e com os fundamentos que as sustentam.
A intenção do prefeito é encaminhar as propostas para a Câmara de Vereadores no próximo dia 30 de junho.
Pinto da Luz é um burocrata competente, um político astuto, mas não tem capital de meia dúzia de votos. Dizem até que já deu aula na UFSC.
Em sua gestão na UFSC, ele deu muito drible, mas também levou muito olé, do movimento estudantil e docente. Enfrentou greves e fez seu sucessor por duas vezes. É um dos poucos que está na administração Berger desde o começo.
Calendário das reuniões:
1ª Região – Data: 03/05/2010 - Praia da Lagoinha, Praia Brava, Ponta das Canas, Praia da Cachoeira, Cachoeira do Bom Jesus, Vargem do Bom Jesus, Vargem Grande, Praia dos Ingleses, Praia do Santinho, Sítio Capivari, Praia de Canasvieiras, Praia de Jurerê, Jurerê Internacional, Praia do Forte, Praia da Daniela, Vargem Pequena e Ratones;
2ª Região – Data: 05/05/2010 - Santo Antônio de Lisboa, Cacupé, Sambaqui, João Paulo, Saco Grande II E Monte Verde;
3ª Região – Data: 07/05/2010 - São João do Rio Vermelho, Muquem, Barra da Lagoa, Fortaleza, Lagoa da Conceição, Retiro da Lagoa, Costa da Lagoa, Canto dos Araças, Canto da Lagoa, Porto da Lagoa, Praia Mole, Praia da Joaquina, Praia e Parque da Galheta;
4ª Região – Data: 10/05/2010 - Rio Tavares, Fazenda do Rio Tavares, Porto do Rio Tavares, Campeche e Morro das Pedras;
5ª Região – Data: 12/05/2010 - Armação, Pântano do Sul, Costa de Dentro, Praia da Solidão, Alto Ribeirão, Ribeirão da Ilha, Costa do Ribeirão, Sertão do Ribeirão, Caiacanguru, Tapera do Ribeirão, Caeira da Barra do Sul e Naufragados;
6ª Região – Data: 14/05/2010 – Itacorubi, Santa Mônica, Parque São Jorge, Córrego Grande, Jardim Anchieta, Trindade, Pantanal, Carvoeira, Serrinha, Morro da Cruz (leste);
7ª Região – Data: 17/05/2010 – Centro, Agronômica, Prainha, Morro da Cruz (oeste) e Cristo Redentor;
8ª Região – Data: 19/05/2010 – José Mendes, Saco dos Limões, Costeira do Pirajubaé, Aeroporto, Carianos, Sítio Valerim e Tapera do Base;
9ª Região – Data: 21/05/2010 – Balneário, Estreito, Ponta do Leal, Capoeiras, Coloninha, Monte Cristo e Chico Mendes;
10ª Região – Data: 24/05/2010 – Abraão, Coqueiros, Itaguaçu, Vila Aparecida e Praia do Meio.
Cabeçalho 1
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10 de abr. de 2010
23 de abr. de 2009
Dário assopra as 43 velinhas do PMDB
Ficou faltando o presidente Eduardo Pinho Moreira - o candidato do partido para 2010.
Foto: Carlos Kilian / Divulgação Alesc [clique para ampliar]
12 de mar. de 2009
11 de mar. de 2009
Uma denúncia, a platéia silenciosa e a polêmica barulhenta
Por pelo menos um minuto e vinte segundos a Assembléia ficou em silêncio para ouvir a gravação do tenente-coronel Newton divulgada durante o pronunciamento de Sargento Soares. Jornalistas que estavam na sala de imprensa voltaram para perto do plenário. A deputada Ana Paula Lima (PT) saiu correndo do banheiro a tempo de assistir um trecho do vídeo. Por outro lado, o deputado Renato Hinnig (PMDB) saiu de fininho durante a reprodução do filme. Os outros peemedemistas já tinham se retirado para não reforçar a polêmica.
Sobrou para o deputado-suplente Elizeu Mattos (PMDB), seguido depois por Manoel Mota (líder do PMDB), que voltou mais tarde para o plenário, e o deputado-suplente José Natal (PSDB) fazer a defesa de Dário. Ao lado de Soares, se manifestaram Kennedy Nunes, Joares Ponticelli, que apresentou outro vídeo denúncia, e Silvio Dreveck (líder), todos do PP.
Depois de esgotar todos os espaços, o debate se estendeu para o microfone de apartes que, em tese, não servem para discutir o mérito das questões. De um em um minuto, os deputados defenderam suas teses com a complacência da Presidência da Mesa, ora ocupada pela peemedebista Ada de Luca. Houve questionamento das condutas e esclarecimentos pelos técnicos - e uma rusga entre Soares e a presidente.
Na verdade, os governistas confundiram o alvo da denúncia. Enquanto o sargento queria mostrar sua desaprovação com a atitude do ex-major, os deputados do PMDB viam na denúncia um ataque ao prefeito Dário Berger. Mais: viam uma tentativa de impugnar o seu mandato, como o PP fez com o mandato de Luiz Henrique. Soares esclareceu, ajudado pelo Professor Grando (PPS), prometeu retomar a polêmica no dia seguinte e ainda reclamou da posição dos governistas.:“É interessante que no Brasil quem denuncia é que acaba sendo investigado, e não o denunciado”. "Como acontece na PM", emendou.
Sobrou para o deputado-suplente Elizeu Mattos (PMDB), seguido depois por Manoel Mota (líder do PMDB), que voltou mais tarde para o plenário, e o deputado-suplente José Natal (PSDB) fazer a defesa de Dário. Ao lado de Soares, se manifestaram Kennedy Nunes, Joares Ponticelli, que apresentou outro vídeo denúncia, e Silvio Dreveck (líder), todos do PP.
Na verdade, os governistas confundiram o alvo da denúncia. Enquanto o sargento queria mostrar sua desaprovação com a atitude do ex-major, os deputados do PMDB viam na denúncia um ataque ao prefeito Dário Berger. Mais: viam uma tentativa de impugnar o seu mandato, como o PP fez com o mandato de Luiz Henrique. Soares esclareceu, ajudado pelo Professor Grando (PPS), prometeu retomar a polêmica no dia seguinte e ainda reclamou da posição dos governistas.:“É interessante que no Brasil quem denuncia é que acaba sendo investigado, e não o denunciado”. "Como acontece na PM", emendou.
Mais um escândalo na Polícia Militar
O coronel Marlon Teza, presidente da Acors (associação de oficiais), tem mais um concorrente para o posto de comando geral da Polícia Militar de Santa Catarina. Além do coronel João Botelho, chefe da Casa Militar do Executivo, ele vai ter que encarar o midiático tenente-coronel Newton Ramlow, comandante do 4º Batalhão da PM (Florianópolis).
Em vídeo divulgado pelo deputado Sargento Soares, diretamente do Plenário, o ex-major assume sua condição de pré-candidato a comandante geral da PM, em um futuro e (im)provável governo de Dário Berger, é claro.
Essa declaração, e outra perólas, em especial o pedido de voto descarado para o prefeito de Florianópolis, em pleno quartel, diante de seus subordinados, tornou-se pública hoje e gerou um intenso debate na Assembléia Legislativa.
O jornalista Cesar Valente considerou a denúncia umas das mais graves dos últimos tempos. Pode ser. Digo mais: é mais uma denúncia que afeta a segurança pública no Estado, e mais precisamente a Polícia Militar, dentro de incontáveis escândalos da área nos últimos seis anos do governo Luiz Henrique da Silveira. Como o caso em que a cúpula da segurança estadual foi abordada por uma força tarefa do Ministério Público e da Polícia em um puteiro de Joinville; e as fugas cinematográficas no Cadeião do Estreito.
Teza, que está para assumir a Corregedoria da PM por seu perfil linha dura, vai encontrar um candidato, que apesar da força midiática, parece que acaba de perder uma oportunidade de ficar calado e disputar o comando em igualdade com outros pretendentes. Agora é um candidato natimorto.
Em vídeo divulgado pelo deputado Sargento Soares, diretamente do Plenário, o ex-major assume sua condição de pré-candidato a comandante geral da PM, em um futuro e (im)provável governo de Dário Berger, é claro.
Essa declaração, e outra perólas, em especial o pedido de voto descarado para o prefeito de Florianópolis, em pleno quartel, diante de seus subordinados, tornou-se pública hoje e gerou um intenso debate na Assembléia Legislativa.
O jornalista Cesar Valente considerou a denúncia umas das mais graves dos últimos tempos. Pode ser. Digo mais: é mais uma denúncia que afeta a segurança pública no Estado, e mais precisamente a Polícia Militar, dentro de incontáveis escândalos da área nos últimos seis anos do governo Luiz Henrique da Silveira. Como o caso em que a cúpula da segurança estadual foi abordada por uma força tarefa do Ministério Público e da Polícia em um puteiro de Joinville; e as fugas cinematográficas no Cadeião do Estreito.
Teza, que está para assumir a Corregedoria da PM por seu perfil linha dura, vai encontrar um candidato, que apesar da força midiática, parece que acaba de perder uma oportunidade de ficar calado e disputar o comando em igualdade com outros pretendentes. Agora é um candidato natimorto.
9 de mar. de 2009
Ex-major Newton é comprometido com Dário Berger
Ligando os pontos. Escrevi em dois posts anteriores que ex-major Newton gosta de emitir opinião sobre tudo e sobre todos. A última vez, foi na quinta-feira (05/06), quando afirmou para a reportagem do Diário Catarinense que os estudantes do Movimento Pela Redução da Tarifa não tinham objetivo reivindicatório. Eram apenas "baderneiros". Faltou o comandante exprimir a opinião dele sobre o aumento da tarifa do transporte público em Florianópolis.
Isso ele nunca vai fazer porque está umbilicalmente comprometido com o governo Dário Berger, de quem depende e a quem serve.
No DC, saiu publicado o seguinte:
O comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Newton Ramlow, disse que interrompeu duas operações de combate ao crime para escoltar a manifestação. Segundo ele, o remanejamento do efetivo teve a intenção de evitar a depredação de pontos de ônibus, telefones públicos e vitrines de lojas, como ocorreu na última manifestação.
O tenente-coronel declarou que, na quarta-feira, havia manifestantes bebendo vodca e disse que boa parte deles não é estudante nem pacífica.
Isso ele nunca vai fazer porque está umbilicalmente comprometido com o governo Dário Berger, de quem depende e a quem serve.
No DC, saiu publicado o seguinte:
O comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Newton Ramlow, disse que interrompeu duas operações de combate ao crime para escoltar a manifestação. Segundo ele, o remanejamento do efetivo teve a intenção de evitar a depredação de pontos de ônibus, telefones públicos e vitrines de lojas, como ocorreu na última manifestação.
O tenente-coronel declarou que, na quarta-feira, havia manifestantes bebendo vodca e disse que boa parte deles não é estudante nem pacífica.
27 de fev. de 2009
Pergunta para os peixinhos

Primeira autoridade a discursar durante a visita do presidente Lula, o prefeito Dário Berger reclamou da demora em concluir obras, em especial a nova linha de transmissão submarina. Não revelou nomes, nem apontou entidades. Mas, ficou claro que se referia a ambientalistas e instituições de defesa do meio ambiente, como Fatma e Floram.
Seu pronunciamento também foi uma espécie de lamentação, ainda ressentido com a Operação Moeda Verde que prendeu seus amigos e correligionários.
Em seu socorro, o presidente reforçou o discurso anti-ambientalista de Dário Berger. Leia o que Lula disse na sede da Eletrosul:
Foi uma das obras mais demoradas para que nós conseguíssemos licença ambiental para construir esta obra. Não eram fáceis as discussões que nós fazíamos lá na mesa da Presidência da República, depois no Ministério de Minas e Energia, depois na Casa Civil.
(...)
Eu me lembro de uma estrada que é feita aqui, em Florianópolis, que vai do centro da cidade até o aeroporto, não acabou ainda aquilo lá. Não acabou. Eu vim aqui no tempo de sindicalista e aquilo já estava começando. Eu já deixei de ser sindicalista, já perdi três eleições para presidente da República, ganhei duas, e ainda não está pronta.
(...)
Esse linhão aqui, meus filhos, demorou tanto, porque havia a compreensão de que os cabos não poderiam passar por debaixo d’água, depois havia a compreensão de que as linhas não poderiam passar pela Mata Atlântica. Se não pode passar por baixo, nem pode passar por cima, onde eu vou passar esse negócio? Por Deus do céu que eu quase que desço, mergulhando, para perguntar para os peixes: Tem alguma coisinha contra, aqui? Esse cabo vai atrapalhar vocês? Permitam. Vai haver...
31 de jul. de 2008
Dário faz autocrítica mas esquece o que falou
Ontem (30/07), o prefeito Dário Berger (PMDB), candidato à reeleição, fez uma autocrítica de seus três anos e meio de governo na Rádio Guarujá, que promove uma série de entrevistas com os postulantes à Prefeitura de Florianópolis. Falou que, se pudesse voltar atrás, não agiria com tanta contudência contra os estudantes no último grande protesto do Movimento Passe Livre, que ocorreu entre o final de maio e começo de junho de 2005.
Na época, quase três dezenas de estudantes foram presos. Muita bala de borracha foi consumida. PMs foram deslocados de várias cidades do Estado para garantir que os acessos principais da cidade, principalmente as pontes, não fossem fechadas.
A repressão aos estudantes foi conduzida pelo comando da Polícia Militar, que responde ao governador do Estado, e não ao prefeito da Capital. Recém eleito, Dário certamente teve grande influência no uso máximo da força policial. Se não autorizou, pelo menos apoiou e agradeceu. Em menos de seis meses de governo, o ex-tucano e aliado de primeira hora do governador Luiz Henrique (PMDB) não poderia demonstrar fraqueza.
Para o jornal "Folha de SP", o prefeito declarou, em 02/06/2005, que a "polícia não bate em ninguém de graça" ao rebater as acusações dos movimentos estudantis de que há uma repressão truculenta da PM em relação aos protestos contra o aumento das tarifas de ônibus. "Mas eles estão armados com pedras. Eles provocam."
Para que ninguém esqueça, publico as frases do prefeito, retiradas do "Diário Catarinense", sobre o episódio, também de 02/06/2005:
Pontes
- Enquanto eu for prefeito de Florianópolis ninguém fecha as pontes. Não vou permitir que a desordem e a anarquia tomem conta da cidade. O cidadão tem que ter o direito de ir e vir garantidos. Não sou nenhum "bocó". Ninguém vai fazer "xixi" na minha perna e rir na minha cara.
Ação da Polícia
- Eu mesmo fui conversar com o governador Luiz Henrique da Silveira sobre a situação, que precisa ser combatida de forma enérgica. Nenhum policial bate por livre e espontânea vontade em alguém. Mas não concordo com atos de truculência.
O aumento da tarifa
- Mais um fato da "herança" que recebemos da administração anterior. Não posso fazer nada. O aumento foi autorizado pela Justiça. O estudante até pode descumprir uma ordem, eu como prefeito não posso descumprir.
Insegurança
- Preocupa-me o caos. O país enfrenta uma onda de crise de autoridade. Todo mundo fecha rua. A autoridade constituída não toma a atitude que precisa. Democracia não é isso. Outros movimentos como dos funcionários da Previdência, da Saúde podem se juntar aos estudantes.
"Pedras"
- Um movimento político e ideológico. Existem crianças e adolescentes entre os manifestantes, que nem sabem o que realmente estão fazendo. Não sou contra a manifestação ordeira e pacífica. Mas existem locais para serem feitos, como na frente de prédios como da prefeitura, do Palácio do Governo. Não posso me submeter a um capricho. Sabe-se que estudantes carregam pedras dentro das mochilas.
Durante protesto semelhante, em 2004, ainda no governo de Angela Amin (PP), a Polícia não usou a mesma força. Os estudantes fecharam a ponte, caminharam pela Beira Mar e obstruíram o Ticen, sendo apenas observados pelos policiais.
Próximo post, fotos das manifestações. Porque recordar é viver.
Na época, quase três dezenas de estudantes foram presos. Muita bala de borracha foi consumida. PMs foram deslocados de várias cidades do Estado para garantir que os acessos principais da cidade, principalmente as pontes, não fossem fechadas.
A repressão aos estudantes foi conduzida pelo comando da Polícia Militar, que responde ao governador do Estado, e não ao prefeito da Capital. Recém eleito, Dário certamente teve grande influência no uso máximo da força policial. Se não autorizou, pelo menos apoiou e agradeceu. Em menos de seis meses de governo, o ex-tucano e aliado de primeira hora do governador Luiz Henrique (PMDB) não poderia demonstrar fraqueza.
Para o jornal "Folha de SP", o prefeito declarou, em 02/06/2005, que a "polícia não bate em ninguém de graça" ao rebater as acusações dos movimentos estudantis de que há uma repressão truculenta da PM em relação aos protestos contra o aumento das tarifas de ônibus. "Mas eles estão armados com pedras. Eles provocam."
Para que ninguém esqueça, publico as frases do prefeito, retiradas do "Diário Catarinense", sobre o episódio, também de 02/06/2005:
Pontes
- Enquanto eu for prefeito de Florianópolis ninguém fecha as pontes. Não vou permitir que a desordem e a anarquia tomem conta da cidade. O cidadão tem que ter o direito de ir e vir garantidos. Não sou nenhum "bocó". Ninguém vai fazer "xixi" na minha perna e rir na minha cara.
Ação da Polícia
- Eu mesmo fui conversar com o governador Luiz Henrique da Silveira sobre a situação, que precisa ser combatida de forma enérgica. Nenhum policial bate por livre e espontânea vontade em alguém. Mas não concordo com atos de truculência.
O aumento da tarifa
- Mais um fato da "herança" que recebemos da administração anterior. Não posso fazer nada. O aumento foi autorizado pela Justiça. O estudante até pode descumprir uma ordem, eu como prefeito não posso descumprir.
Insegurança
- Preocupa-me o caos. O país enfrenta uma onda de crise de autoridade. Todo mundo fecha rua. A autoridade constituída não toma a atitude que precisa. Democracia não é isso. Outros movimentos como dos funcionários da Previdência, da Saúde podem se juntar aos estudantes.
"Pedras"
- Um movimento político e ideológico. Existem crianças e adolescentes entre os manifestantes, que nem sabem o que realmente estão fazendo. Não sou contra a manifestação ordeira e pacífica. Mas existem locais para serem feitos, como na frente de prédios como da prefeitura, do Palácio do Governo. Não posso me submeter a um capricho. Sabe-se que estudantes carregam pedras dentro das mochilas.
Durante protesto semelhante, em 2004, ainda no governo de Angela Amin (PP), a Polícia não usou a mesma força. Os estudantes fecharam a ponte, caminharam pela Beira Mar e obstruíram o Ticen, sendo apenas observados pelos policiais.
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