O comandante geral da Polícia Militar não é o único militar de alta patente a sofrer na mão de criminosos. O subcomandante operacional da Guarnição Especial de Laguna, major Cleder Paulo Padilha Droppa, também teve a sua casa arrombada, em Tubarão, entre 30 de dezembro de 2009 e 3 janeiro de 2010.
Além de objetos pessoais, foi furtado um revólver calibre 38 de sua propriedade.
Em tempo: a arma e os objetos furtados já foram recuperados. Pertences da comunidade também foram encontrados, conforme publicado no jornal Notisul.
Hoje em dia, a bandidagem não respeita mais nem a Polícia.
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6 de jan. de 2010
30 de dez. de 2009
PM e guarda de Tubarão ainda não se entendem
Engana-se ou quer lograr os outros quem não admite haver uma briga, uma verdadeira briga, entre os órgãos de segurança pública em Santa Catarina. Em Tubarão, a Guarda Municipal lançou nota classificando as opiniões do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Silvio Ricardo Alves, de "arcaica" e movidas por "vaidades" e "medo".
Palavras pesadas para se dirigir à uma das principais autoridades da segurança pública do Sul do Estado.
A motivação foi a entrevista para o jornal "Notisul", de 26 de dezembro, em que o comandante afirma querer ser parceiro da guarda desde que ela não se meta a fazer policiamento ostensivo e fiscalização do trânsito. "O trabalho mais direcionado a eles (guardas municipais) seria a proteção e conservação das praças públicas de Tubarão", disse à imprensa.
Segundo o tenente-coronel, ele já levou à Câmara dos Vereadores e ao secretário municipal de Segurança e Trânsito, João Batista de Andrade, pedido para que a guarda revise sua postura.
A propósito, o secretário e "comandante" da guarda também é conhecido como Sargento Batista, ex-vereador e policial militar da reserva remunerada.
Admitir a briga entre as instituições não é desejar a cisão, mas compreender o fenômeno para, quem sabe, abstrair soluções.
Palavras pesadas para se dirigir à uma das principais autoridades da segurança pública do Sul do Estado.
A motivação foi a entrevista para o jornal "Notisul", de 26 de dezembro, em que o comandante afirma querer ser parceiro da guarda desde que ela não se meta a fazer policiamento ostensivo e fiscalização do trânsito. "O trabalho mais direcionado a eles (guardas municipais) seria a proteção e conservação das praças públicas de Tubarão", disse à imprensa.
Segundo o tenente-coronel, ele já levou à Câmara dos Vereadores e ao secretário municipal de Segurança e Trânsito, João Batista de Andrade, pedido para que a guarda revise sua postura.
A propósito, o secretário e "comandante" da guarda também é conhecido como Sargento Batista, ex-vereador e policial militar da reserva remunerada.
Admitir a briga entre as instituições não é desejar a cisão, mas compreender o fenômeno para, quem sabe, abstrair soluções.
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