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22 de mar. de 2013

Governo anuncia pacote de investimentos em segurança

Se fosse egocêntrico, esse blogueiro diria que os integrantes do governo do Estado leram esse post no blog, que revela o Estado tem um colete para quase dois policiais, conforme pesquisa feira pelo Ministério da Justiça.

Nesta quinta-feira, 21, o governador Raimundo Colombo divulgou o lançamento de editais para a compra de equipamentos para a Secretaria da Segurança Pública, em um montante de investimentos de R$ 265 milhões até 2014. Entre as medidas, está a compra de colete balístico para atender todos os agentes.

Para primeira etapa estão previstos R$ 100 milhões para o reaparelhamento da segurança:

18 de jun. de 2012

Comandante do Bombeiro Militar: situação ou oposição?

Fotos: Alexandre Brandão
Polêmica, a proposta de emenda constitucional, que dá poderes aos Bombeiros Voluntários para fazer vistorias em edificações, tem colocado o Comando do Corpo de Bombeiros Militar em oposição ao governo e sua base aliada na Assembleia Legislativa. A corporação inteira - da cúpula à base - tem se manifestado contrária à PEC.

Apesar de ser de iniciativa parlamentar, assinada pela Mesa Diretora da Alesc, a PEC-01/2012 tem o apoio de importantes membros do Executivo. Um deles é o secretário de Estado da Infraestrutura, Valdir Cobalchini (PMDB), conhecido por sua defesa intransigente aos voluntários.

Na Assembleia, dos sete integrantes da chamada "bancada dos bombeiros voluntários" seis fazem parte da base governista, sendo dois do mesmo partido do governador, o PSD - Darci de Matos e Kennedy Nunes. E, por coincidência, da mesma base eleitoral do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, apoiador militante da emenda constitucional.

Durante a votação da admissibilidade da PEC em Plenário, em 8 de maio, a proposta recebeu votos contrários majoritariamente da oposição - apenas dois deputados da base aliada votaram a favor: Romildo Titon (PMDB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, e Edison Andrino (PMDB), líder do governo.

Para piorar o desconforto do Comando, até mesmo o governador Raimundo Colombo declarou, em 23 de maio, que é favorável à aprovação da PEC-01. Desde então, a proposta continua em tramitação na Alesc. Pode ser aprovada ou rejeitada pela CCJ. Se recusada, ainda pode receber um recurso em Plenário, instância em que a maioria já se mostrou favorável à PEC. Quer dizer, a chance de ser aprovada é enorme.

Com a declaração do governador e a consequente aprovação da PEC, o que fará o comandante-geral do Bombeiro Militar, coronel José Luiz Masnik?

21 de out. de 2011

Governador sugere reformar PMs excluídos

Em reunião com o Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde), o governador Raimundo Colombo falou sobre uma pauta que, aparentemente, não tem nada a ver com a categoria. Colombo disse que está estudando uma maneira de aposentar (ou seja, reformar) os policiais militares expulsos por participar de manifestação reivindicatória e empregá-los em outro local, como a Assembleia Legislativa, por exemplo.

Ele não deu detalhes sobre essa proposta, por isso, cabe algumas perguntas:

- se há lei federal anisitiando os PMs, por que não cumpri-la?
- é legal reformar policiais em plenas condições de saúde para trabalhar?
- para fazer isso, primeiro vai ser necessário reintegrá-los à Polícia Militar?
- interessa mais à sociedade contar com mais 18 PMs para fazer segurança pública ou aposentá-los?
- essa é a vontade dos PMs excluídos?
- o governo está criando um problema para resolver outro?

Com a palavra, o comandante da Polícia Militar e o governador do Estado.

PS: O assunto entrou em pauta porque o Sindsaúde também pede anistia aos processos abertos contra o sindicato, que estão quase inviabilizando financeiramente a entidade.

2 de ago. de 2011

Justiça salarial e anistia, por Amauri Soares

Publicado na sessão "Artigos" do jornal "Diário Catarinense":

Justiça salarial e anistia, por Amauri Soares *

Encerradas as negociações com trabalhadores da Saúde e o embate com os da Educação, o governo do Estado agora tem compromisso com os servidores da Segurança Pública, em especial os praças do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. O governador Raimundo Colombo já falou sobre a dívida do Estado para com esse setor. A segurança tem o pior piso salarial do serviço público, apesar de ser a única na qual o profissional arrisca a própria vida para defender a sociedade. Os praças e toda a base, como os agentes da Polícia Civil e do Sistema Prisional, precisam ser atendidos com prioridade. Afinal, nos últimos quatro anos, a cúpula oficiais e delegados foram atendidos com aumentos muito desproporcionais em relação à base, gerando diferenças salariais quase incorrigíveis.

5 de jul. de 2011

Governador não conhece caso dos PMs excluídos?

Questionado por jornalistas da Rádio Guarujá, de Florianópolis, o governador Raimundo Colombo declarou que vai estudar a situação dos 19 policiais militares expulsos por participar do movimento reivindicatório de dezembro de 2008 e a aplicação da anistia.

Ouça trecho editado da entrevista realizada na tarde de segunda-feira (04/07):

 

Em resumo, quis dizer que desconhece a situação. Quem acompanha o assunto de perto sabe que isso não é verdade. Em pelo menos seis situações o governador tomou conhecimento da Lei 12.191/2010:

6 de abr. de 2011

A ponte e a chantagem

Antônio Carlos Mafalda / SECOM

Está na cara que o boato de que a Ponte Hercílio Luz, no fundo da foto, pode cair é uma chantagem da empresa para continuar ganhando mais e mais dinheiro. E o governador Raimundo Colombo parece que caiu no conto. Em seu twitter, escreveu:

As obras de recuperação estão em andamento e ao término, permitirão inclusive trânsito de veículos.

17 de fev. de 2011

Uma pergunta para Heiderscheidt e outra para Colombo

Sobre a posse da mulher do prefeito de Palhoça, Ronério Heiderscheidt (PMDB), foi publicada a seguinte notícia de sua assessoria no site da Assembleia Legislativa. Segue alguns trechos, em destaque:

[Dirce Heiderscheidt (PMDB)] vai defender um projeto amplo e estadual voltada para a área política pública social. Entre os desafios, quer erradicar o analfabetismo em Santa Catarina.

Dirce ocupa a cadeira deixada pelo deputado Serafim Venzon (PSDB). O tucano se licenciou para ser secretário de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação.

26 de jan. de 2011

Conversa de pescadores ...

Montagem em foto de James Tavares / SECOM [clique para ampliar]

Governador Raimundo Colombo em audiência com ministra da Pesca, Ideli Salvati, em Brasília - DF

4 de jan. de 2011

Colombo defende caráter técnico da segurança pública

Fonte: Secretaria de Estado de Comunicação

Foto: Antônio Carlos Mafalda / SECOM
Em sua primeira participação em um ato público desde que tomou posse, o governador Raimundo Colombo acompanhou, nesta segunda-feira (3), a passagem do comando-geral da Polícia Militar. O coronel Nazareno Marceneiro assume a corporação no lugar do coronel Luis da Silva Maciel, que ocupava o comando desde abril de 2010. “Nós nos comprometemos em dar curso a um trabalho técnico. O secretário é técnico, os comandantes seguiram o mesmo aspecto e mesma coisa foi feita na polícia civil. Queremos dar a eles toda a segurança para que desenvolvam o seu trabalho sem nenhuma interferência política e eleitoral em qualquer circunstância”, afirmou Colombo.

14 de dez. de 2010

Colombo escolhe coronel Nazareno Marcineiro próximo comandante da Polícia Militar

O governador eleito Raimundo Colombo escolheu o coronel Nazareno Marcineiro, atual chefe do Estado Maior do Comando da Polícia Militar, para ser o próximo comandante geral da PM.

O próprio coronel Paulo Herique Hemm (chefe da Casa Militar da Assembleia Legislativa) já circulou pela Casa agradecendo apoios, principalmente dos democratas, e reconhecendo a "derrota". Ele era um dos indicados da bancada do DEM.

1 de dez. de 2010

Marcineiro e Hemm disputam comando da Polícia Militar

Disputam a indicação do governador eleito Raimundo Colombo (DEM) para assumir o comando da Polícia Militar: Nazareno Marcineiro (chefe do Estado Maior) e Paulo Herique Hemm (chefe da Casa Militar da Assembleia Legislativa).

20 de out. de 2010

Amin afasta PP de Colombo

Artigo do deputado federal eleito e ex-governador Esperidião Amin, publicado no jornal "Diário Catarinense", afasta o seu partido, o PP, da composição da base aliada do governador eleito Raimundo Colombo (DEM). No texto, Amin afirma que o povo catarinense "colherá os frutos da sua decisão" de não levar a eleição para o segundo turno. Quer dizer, joga para os eleitores a "culpa" de a sua candidata não alcançar votos suficientes para chegar ao segundo turno e a "culpa" do que pode vir pela frente.

A seguir, o líder progressista crítica alguns momentos da campanha de Raimundo Colombo, quando o democrata afirmou que a Aprasc partidarizou a segurança pública e defendeu a construção de hospitais filantrópicos. Por fim, questiona se as 36 secretarias regionais são mesmo sinônimos de descentralização (principal bandeira de campanha da ala governista).

Leia aqui a íntegra (via 'DC')

1 de out. de 2010

Sindsaúde quer explicações sobre gravações do DEM

No set de filmagem de Raimundo Colombo, pacientes do Hospital e Maternidade Tereza Ramos ficam em segundo lugar para gravação de campanha eleitoral.

“As gravações em primeiro lugar”, este é o slogan perfeito para retratar a campanha política encabeçada pelo candidato Raimundo Colombo. Durante a gravação do seu programa no Hospital Geral e Maternidade Tereza Ramos, em Lages, as cirurgias marcadas para o dia tiveram que ser interrompidas para aguardar a conclusão das filmagens eleitorais. Além da mudança de prioridade do atendimento para a produção de campanha, o risco maior estava na contaminação do local com a entrada de equipamentos não esterilizados.

30 de jun. de 2010

DEM começa enfraquecido

A campanha de Raimundo Colombo (DEM) começa enfraquecida. Explica-se: apesar de contar com a formação da tríplice aliança, os principais partidos que compõem a candidatura entraram divididos e de forma forçada.

Enquanto a base e a cúpula nacional do PMDB queriam candidatura própria ou pelo menos aliança com Ideli Salvatti (PT), os caciques locais manobraram para construir a chapa com os Democratas. Tomaram vaias e não vão levar toda a base peemedebista.

Na outra ponta da tríplice, a base do PSDB buscava aliança com o PP ou candidatura própria. Determinação da direção nacional obrigou os tucanos catarinenses a fecharem com o DEM, caso contrário haveria intervenção. Enquanto algumas lideranças locais do PSDB defendiam veementemente a chapa com os progressistas, outras gostaram da atitude da nacional. O próprio governador Leonel Pavan queria sua própria candidatura. É mais um partido que entra rachado para compor a unidade.

3 de abr. de 2010

Mega-Sena para vítimas de enchente em SC

Pré-candidato ao governo do Estado de SC pelo DEM, o senador Raimundo Colombo teve um projeto de lei de sua autoria aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. A proposta autoriza a Caixa Econômica Federal a realizar um concurso especial da Mega Sena para destinar parte dos recursos ao socorro das vítimas das enchentes de 2008 em Santa Catarina.

O relator do PL foi o líder do DEM na Câmara, o também catarinense deputado Paulo Bornhausen, apresentou parecer favorável e apresentou dados, publicados na Agência Câmara, para sustentar sua posição: 22.952 desabrigados, 31.087 desalojados, 85 mortos e 30 desaparecidos e mais 1,5 milhão de pessoas afetadas, além de oito municípios isolados - São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoa e Benedito Novo.

Faltou dizer que a cidade mais afetada, Blumenau, é dirigida pelo também democrata João Paulo Kleinübing.

16 de fev. de 2008

Piriquito cada vez mais isolado

O discurso do deputado Edson Piriquito (PMDB), essa semana na Assembléia Legislativa, pode não ser apenas um elogio ao senador Raimundo Colombo. Pode ser a tentativa de uma demonstração de força, um blefe de um candidato a prefeito isolado em sua própria cidade. Inimigo histórico do vice-governador Leonel Pavan (PSDB), desde quando este era prefeito de Balneário Camburiú pelo PDT e teve seu pedido de filiação ao partido de Brizola negado, Piriquito ainda amarga a antipatia do governador Luiz Henrique da Silveira por sua candidatura e a falta de apoio do presidente do PMDB, Eduardo Pinho Moreira.

Além de preferir qualquer outra candidatura que não seja a de Piriquito, Luiz Henrique deu plenos poderes ao Pavan decidir qual é a melhor candidatura ao consórcio governista em sua cidade de origem. Nada mais natural. Contra Piriquito disputa o atual secretário da Saúde, Dado Cherem (PSDB), que já tem o apoio do DEM, do governo e de boa parte do PMDB. LHS até tentou produzir um candidato de consenso, o ex-prefeito de Brusque Ciro Roza (DEM), que chegou a mudar de domicílio eleitoral, mas não emplacou.

Ao invocar o senador Raimundo Colombo, Piriquito quer dizer que ele foi um dos responsáveis por sua eleição. E que ele pode ser um dos responsáveis pela eleição de Luiz Henrique senador. Com autoridade de quem recebeu 21.877 votos como candidato a prefeito, em 2004, e 28.366 votos como deputado estadual (em 2006), Piriquito sabe que tem musculatura eleitoral. A grande maioria dos votos foi em BC, mas ele também foi bem votado em Camburiú e Itapema. Recebeu também um punhado de votos em Itajaí, Bombinhas e Porto Belo.

Hoje, pelo menos, ele pode se dar ao luxo de fazer um discurso arrojado porque depois da ida do ex-deputado João Henrique Blasi para o Tribunal de Justiça, Piriquito não é mais suplente. É dono do seu próprio mandato.

No entanto, até as dançarinas da "Brazilian Girls" sabem que uma eleição não se ganha sozinho. Piriquito conseguiu a proeza de perder um aliado importante, o presidente do PMDB, quando ensaiou bater em retirada rumo ao PP. Fato que não se concretizou porque agora os mandatos pertencem às siglas partidárias.

Um ingrato, até porque, por ele, Pinho Moreira interveio no diretório de BC, destituiu dirigentes adversários do deputado e nomeou-o presidente. Depois viu seu correligionário correr em direção ao partido de Esperidião Amin, que foi apoiado por Piriquito no segundo turno, em 2006, o que até hoje gera desconfiança de Luiz Henrique.

O deputado, agora, está a caça do apoio do PP, com um certo atraso. Pavan foi mais rápido e passou a virada de ano ao lado do líder progressista. Há ainda um movimento de partidos menores para formar uma terceira opção na cidade. PR, PDT, PT, PPS, PSC e o próprio PP já assinaram um protoloco de intenções. À exceção dos trabalhistas, todos essas legendas estavam com Piriquito na eleição municipal passada.

Foto de Carlos Kilian / Divulgação Alesc