Às 16h10min, o líder do governo, deputado Eliseu Mattos (PMDB), fez um apelo para que os deputados governistas voltassem de seus gabinetes para votar "projetos importantes". Um minuto depois, o vice-presidente, deputado Gelson Merísio (DEM), pediu aos parlamentares que estavam fora do "aquário" para participarem das votações.
Ontem, a bancada governista esvaziou o Plenário durante a votação dos requerimentos e indicações para que não fosse aprovada o pedido de informação do deputado Kennedy Nunes (PP) sobre o convênio/assinatura com a revista ITS. Tanto o progressista quanto o petista Pedro Uczai reclamaram da manobra do governo. "A oposição sempre garantiu quórum para o governo, e agora esconde os deputados para não votar matéria que contraria seus interesses", disse Uczai.
Cabeçalho 1
2 de dez. de 2009
29 de nov. de 2009
Constrangimento
Está cheirando a notícia plantada duas notas publicadas no jornal "A Notícia", de Joinville, e "Notícias do Dia", da Grande Florianópolis. Até aí (mais ou menos) tudo bem.
As assessorias de imprensa servem para servir de ponte entre a imprensa e a fonte, não fazer lobby. Da mesma forma, que a imprensa deve agir com cautela e não incorporar o discurso da fonte. Nos dois casos a seguir, o texto e a argumentação são praticamente idênticos, começando pelo título. No entanto, é preciso observar, que as informações são absolutamente corretas:
A Notícia - 28 de novembro - Cláudio Prisco Paraíso
Barriga cheia
Os oficiais da Polícia Militar deveriam se constranger da campanha que colocaram nas ruas para melhorar ainda mais os seus salários. Em janeiro de 2003, um tenente-coronel recebia R$ 4 mil e, em agosto de 2009, com todos os benéficios, como o gordo adicional de permanência, ultrapassou R$ 13 mil.
Consta que, no atual governo, 99,9% dos oficiais da PM e dos bombeiros foram promovidos, refletindo diretamente na folha de pagamento. E, como se não bastasse, quando são transferidos, recebem entre R$ 15 mil e R$ 30 mil de auxílio-moradia.
Agora, os oficiais querem receber os mesmos R$ 2 mil dos delegados, valor já aprovado pela Assembleia. Só que quando a Polícia Militar foi beneficiada com reajustes específicos, a PC não pressionou para também ser favorecida.
Notícias do Dia - 27 de novembro - Coluna Paulo Alceu
Barriga cheia
A gratificação de R$ 2 mil concedida pelo Estado aos delegados gerou uma baita ciumeira. Agora os oficiais ameaçam uma operação-padrão, caso não recebam um abono especial. Mas parece que estão reclamando de barriga cheia. Os valores recebidos por um oficial da corporação são coisa de cinema. Para se ter uma idéia, em janeiro de 2003, um tenente-coronel recebia R$ 4 mil e, em agosto de 2009, com todos os benéficos, como o gordo adicional de permanência, o soldo ultrapassou R$ 13 mil. Que tal? Consta que, no atual governo, 99,9% dos oficiais da PM e dos bombeiros foram promovidos, refletindo diretamente na folha de pagamento. E, como se não bastasse, quando são transferidos, recebem entre R$ 15 e R$ 30 mil de auxílio-moradia.
E a esmagadora maioria dos oficiais trabalha em gabinetes com ar-condicionado. Se alguém realmente merece um abono especial são os praças da PM catarinense.
As assessorias de imprensa servem para servir de ponte entre a imprensa e a fonte, não fazer lobby. Da mesma forma, que a imprensa deve agir com cautela e não incorporar o discurso da fonte. Nos dois casos a seguir, o texto e a argumentação são praticamente idênticos, começando pelo título. No entanto, é preciso observar, que as informações são absolutamente corretas:
A Notícia - 28 de novembro - Cláudio Prisco Paraíso
Barriga cheia
Os oficiais da Polícia Militar deveriam se constranger da campanha que colocaram nas ruas para melhorar ainda mais os seus salários. Em janeiro de 2003, um tenente-coronel recebia R$ 4 mil e, em agosto de 2009, com todos os benéficios, como o gordo adicional de permanência, ultrapassou R$ 13 mil.
Consta que, no atual governo, 99,9% dos oficiais da PM e dos bombeiros foram promovidos, refletindo diretamente na folha de pagamento. E, como se não bastasse, quando são transferidos, recebem entre R$ 15 mil e R$ 30 mil de auxílio-moradia.
Agora, os oficiais querem receber os mesmos R$ 2 mil dos delegados, valor já aprovado pela Assembleia. Só que quando a Polícia Militar foi beneficiada com reajustes específicos, a PC não pressionou para também ser favorecida.
Notícias do Dia - 27 de novembro - Coluna Paulo Alceu
Barriga cheia
A gratificação de R$ 2 mil concedida pelo Estado aos delegados gerou uma baita ciumeira. Agora os oficiais ameaçam uma operação-padrão, caso não recebam um abono especial. Mas parece que estão reclamando de barriga cheia. Os valores recebidos por um oficial da corporação são coisa de cinema. Para se ter uma idéia, em janeiro de 2003, um tenente-coronel recebia R$ 4 mil e, em agosto de 2009, com todos os benéficos, como o gordo adicional de permanência, o soldo ultrapassou R$ 13 mil. Que tal? Consta que, no atual governo, 99,9% dos oficiais da PM e dos bombeiros foram promovidos, refletindo diretamente na folha de pagamento. E, como se não bastasse, quando são transferidos, recebem entre R$ 15 e R$ 30 mil de auxílio-moradia.
E a esmagadora maioria dos oficiais trabalha em gabinetes com ar-condicionado. Se alguém realmente merece um abono especial são os praças da PM catarinense.
27 de nov. de 2009
Servidores da saúde conquistam reajuste e suspendem greve
A assembleia dos servidores da saúde aprovou, no final da tarde de sexta-feira (27), a última proposta da Secretaria da Saúde de reajuste através de abono e suspenderam o estado de greve. A oferta de incremento salarial de duas parcelas de 8,38 % (janeiro e maio de 2010) sobre o vencimento básico foi negociada com o comando de greve e representantes do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde). O aumento não vai surtir efeito sobre os adicionais, como tempo de serviço e insalubridade, mas vai ser descontado nos impostos de renda e previdenciários.
No próximo ano, a categoria vai continuar a mobilização para incorporar o abono ao salário.
No próximo ano, a categoria vai continuar a mobilização para incorporar o abono ao salário.
25 de nov. de 2009
Gonçalves critica Requião
Ontem (24/11), quando o líder do PMDB, deputado Antônio Aguiar, defendia a candidatura própria do partido para a Presidência da República no Plenário da Assembléia Legislativa, através do governador paranaense Roberto Requião, foi interrompido pelo aliado Nilson Gonçalves (PSDB).
O tucano chamou Requião de "desonesto", "medíocre" e governador "de poucas obras". Aguiar reclamou, dizendo que o aparte foi desrespeitoso.
A briga serviu de munição para o oposicionista Joares Ponticelli (PP) que assumiu a Tribuna logo em seguida. Para ele, a pré-candidatura de Requião é para "valorizar o passe" do PMDB junto ao governo federal.
A propósito, comentando notícia (aqui e aqui) publicada no jornal "Diário Catarinense" sobre o aumento da violência no Estado, Ponticelli declarou: "A única descentralização que esse governo conseguiu de verdade foi a da violência".
O tucano chamou Requião de "desonesto", "medíocre" e governador "de poucas obras". Aguiar reclamou, dizendo que o aparte foi desrespeitoso.
A briga serviu de munição para o oposicionista Joares Ponticelli (PP) que assumiu a Tribuna logo em seguida. Para ele, a pré-candidatura de Requião é para "valorizar o passe" do PMDB junto ao governo federal.
A propósito, comentando notícia (aqui e aqui) publicada no jornal "Diário Catarinense" sobre o aumento da violência no Estado, Ponticelli declarou: "A única descentralização que esse governo conseguiu de verdade foi a da violência".
23 de nov. de 2009
[foto] Dilma na Alesc

Nunca vi a Sala de Imprensa da Assembleia Legislativa tão lotada como hoje com a presença da ministra Dilma Roussef (PT) - pré-candidata à Presidência da República. Afora os papagaios de pirata de luxo, formado por deputados, prefeitos e outros integrantes do governo federal, a imprensa catarinense compareceu em peso.
Até o presidente da Casa, deputado Jorginho Mello, do PSDB, surfou na onda da popularidade da ministra.
Foto: Carlos Kilian / Divulgação Alesc [clique para ampliar]
22 de nov. de 2009
Regimento interno comentado
Fonte: Portal da Alesc
A Assembleia Legislativa promoverá, na próxima quinta-feira (26), o lançamento do livro “Regimento Interno da Alesc – comentado”, de José das Neves Filho. O evento ocorrerá às 19 horas, no hall da Casa.
José das Neves Filho é Tecnólogo em Administração Pública pela Unisul e servidor efetivo da Alesc desde 1986. Participou de diversos cursos de aperfeiçoamento em processo legislativo e Regimento Interno. Em 2008, fez parte do grupo de trabalho que promoveu a revisão do Regimento Interno da Casa. Atualmente é assessor parlamentar e membro da Comissão Permanente de Licitações.
No “Regimento Interno da Alesc – comentado”, José revela, numa linguagem simples e direta, conceitos, termos e expressões contidas no Regimento Interno da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, facilitando o seu entendimento não só para quem pretende prestar concurso público, como para aqueles que já atuam no Legislativo catarinense. Temas como a estrutura do Poder Legislativo, mandato parlamentar, processo legislativo e atribuições dos deputados são comentados pelo autor na publicação.
Serviço
O que: Lançamento do livro ““Regimento Interno da Alesc – comentado”, de
José das Neves Filho
Onde: Hall da Assembleia Legislativa
Quando: Dia 26, às 19 horas
A Assembleia Legislativa promoverá, na próxima quinta-feira (26), o lançamento do livro “Regimento Interno da Alesc – comentado”, de José das Neves Filho. O evento ocorrerá às 19 horas, no hall da Casa.
José das Neves Filho é Tecnólogo em Administração Pública pela Unisul e servidor efetivo da Alesc desde 1986. Participou de diversos cursos de aperfeiçoamento em processo legislativo e Regimento Interno. Em 2008, fez parte do grupo de trabalho que promoveu a revisão do Regimento Interno da Casa. Atualmente é assessor parlamentar e membro da Comissão Permanente de Licitações.
No “Regimento Interno da Alesc – comentado”, José revela, numa linguagem simples e direta, conceitos, termos e expressões contidas no Regimento Interno da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, facilitando o seu entendimento não só para quem pretende prestar concurso público, como para aqueles que já atuam no Legislativo catarinense. Temas como a estrutura do Poder Legislativo, mandato parlamentar, processo legislativo e atribuições dos deputados são comentados pelo autor na publicação.
Serviço
O que: Lançamento do livro ““Regimento Interno da Alesc – comentado”, de
José das Neves Filho
Onde: Hall da Assembleia Legislativa
Quando: Dia 26, às 19 horas
18 de nov. de 2009
Grando pontual
Foto: Eduardo Guedes de Oliveira / Divulgação Alesc
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