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6 de jul. de 2009

Delegado Renato faz desabafo

Convidado pela Comissão de Segurança Pública da Alesc para apresentar relatório das investigações sobre os atentados sofridos por vereadores de Camboriú, o delegado Renato Hendges aproveitou o espaço para fazer um desabafo.

O experiente delegado, há 43 anos na Polícia Civil, disse que está "cada vez mais triste com as coisas que estão acontecendo" e classificou a situação como "gravíssima". Ele se referia aos conflitos entre as polícias militar e civil e, em especial, o confronto armado em Lages, que "por pouco", segundo ele, não resultou em tragédia.

"Estão abrindo uma ferida que vai demorar pelo menos 20 anos para curar", afirmou, sem identificar os responsáveis pelo machucado. As declarações foram feitas na quarta-feira, 1ª de julho.

O delegado leu um comentário publicado neste blog, no qual um militar critica um civil, com palavras ásperas e até injustas. Na verdade, o delegado poderia ler vários outros comentários, de civis e militares, com ataques e xingamentos de lado a lado. Mas leu apenas um dos comentários - até porque o tempo era curto e o momento não era o mais adequado.

Ele não citou nominalmente o blog, mas identifiquei a referência porque cada comentário postado passa antes pela moderação.

Esse blog não pode ser responsabilizado pelos conflitos entre as polícias. Tampouco, quero acreditar, foi isso que o delegado quis dizer.

De qualquer forma, refaço o pedido que os comentaristas se identifiquem e cada um assuma sua parcela de responsabilidade. E a cisão não é o objetivo desse blogueiro, ao contrário.

PS

Sobre o motivo de sua convocação, o delegado informou: “Os atentados estão sendo esclarecidos, confissões estão sendo feitas e prisões foram decretadas. Agora vou pedir um relatório final. Só não tenho como precisar se será finalizado amanhã ou depois”.

Por suas declarações e respeito profissional, foi elogiado por todos os deputados.

Foto: Solon Soares / Divulgação Alesc

2 de jul. de 2009

A santa ceia dos candidatos da segurança

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O governo mandou chamar seus funcionários comissionados e obrigou alguns servidores públicos a participar da solenidade em que anunciaria medidas para a área da Segurança Pública. O ato foi transmitido ao vivo através de webconferência.

Mas, no moderno governo de Luiz Henrique da Silveira, a trasmissão falhou. Durante metade da apresentação o sistema ficou sem áudio. Foi um fiasco total.

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Nos quartéis da Polícia Militar, os agentes da segurança do Estado tiveram que deixar seus afazeres e foram convocados pelo comandante geral para ouvir as autoridades no Teatro Pedro Ivo, localizado no Centro Administrativo. Cada unidade da Grande Florianópolis teve que destacar uma quantidade de oficiais e praças para fazer lotar o teatro. No interior do Estad, a webconferência foi instalada em cada quartel para obrigar os policiais assistirem.

Mais do que anúncio de medidas, a webconferência foi um palanque político. Das 22 pessoas presentes na mesa, pelo menos nove são candidatas a cargos políticos. E todas eles tiveram oportunidade de se pronunciar e vender o peixe.

Para saber o que foi anunciado lá, clique aqui.

VÍDEO: a 'arma' de Mano para motivar o Timão antes da decisão da Copa do Brasil

Governador faz webconferência

O governador Luiz Henrique da Silveira convocou os policiais militares para assistir, mais uma vez, a uma webconferência, na qual ele vai tratar do reajuste salarial para os servidores da área. É a maneira que o governo encontrou de se comunicar com os praças, já que se for pronunciar publicamente é capaz de ser vaiado. Claro, desde que a turma não esteja obrigada a ficar em forma.

A transmissão será direta do Teatro Ivo Campos, no Centro Administrativo.

O endereço para assistir o show é:

http://tvplan.sc.gov.br:8080/tvplan

ou

http://tvplan.spg.sc.gov.br:8080/tvplan

1 de jul. de 2009

Chegou o Plano de Carreira da Polícia Civil




Atualização em 02/04/2009 às 13 horas


Trecho da notícia publicada no site da Alesc:

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01/07/2009 - 18h27min
Plano de Carreira da Polícia Civil chega à Assembleia Legislativa

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jorginho Mello (PSDB), recebeu o projeto de lei que trata do Plano de Carreira dos servidores da Polícia Civil das mãos do secretário de Coordenação e Articulação, Valdir Cobalchini, na tarde desta terça-feira (1º). Entre as reivindicações contempladas no projeto estão a abertura de cerca de duas mil vagas para agentes e outras 60 vagas para delegado. O projeto tramitará em regime de urgência, o que significa que deverá ser votado em 45 dias. As comissões de Constituição e Justiça, Finanças e Tributação, e de Segurança Pública, vão analisar e emendar, caso seja necessário.

Representantes da Polícia Civil, entre eles a presidente da Associação de Delegados de Polícia de Santa Catarina (Adepol/SC), delegada Sonêa Neves, o secretário de Estado da Segurança Pública, Ronaldo Benedet, o delegado Geral da Polícia Civil, Maurício José Eskudlark, além dos deputados Antônio Aguiar (PMDB), Elizeu Mattos (PMDB), José Natal Pereira (PSDB), Professor Sérgio Grando (PPS), Moacir Sopelsa (PMDB), Giancarlo Tomelim (PSDB), Darci de Matos (DEM), Manoel Mota (PMDB), Rogério Mendonça – Peninha (PMDB), Serafim Venzon (PSDB), Renato Hinnig (PMDB), Odete de Jesus (PRB) e Genésio Goulart (PMDB), também prestigiaram a entrega do documento.

Outros três projetos de lei voltados para a Segurança Pública – um que trata de abono que será concedido a todos os funcionários da Secretaria de Segurança Pública (SSP), no valor de R$ 300, que será pago em três parcelas; outro que prevê indenização em caso de morte e invalidez, de R$ 100 mil e R$ 50 mil, respectivamente; e, por fim, o projeto que prevê a readequação salarial da Polícia Militar comparando com os salários da Polícia Civil, deverão chegar à Casa na próxima terça-feira (7) e poderão tramitar junto com o plano de carreira, já que também entram com regime de urgência.

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Clique aqui para acompanhar a tramitação do Projeto de Lei Complementar 0025.5/2009 que institui Plano de Carreira do Grupo Segurança Pública - Polícia Civil.

Prefeito reduz seu salário, do vice, secretários e de comissionados

Reproduzo trecho do realease da Prefeitura de Braço do Norte:

O prefeito Vânio Uliano decidiu reduzir em 10% o próprio salário, o do vice-prefeito, dos secretários e o da chefe de gabinete. A medida foi anunciada em reunião que aconteceu de manhã e não depende de aprovação da Câmara de Vereadores, pois todos entram na categoria de agentes políticos.

O Executivo também encaminhou um Projeto de Lei à Câmara em caráter de urgência (que será votado agora à noite) com o qual pretende reduzir o salário de outros 45 servidores que exercem cargos comissionados e função de confiança. O percentual de redução também será de 10% sobre o salário base.

Assembleia Legislativa de Santa ...


Assembleia Legislativa de Santa ... em reforma.

© Foto: Alexandre Brandão