Dois comunicados (Defesa Civil e da Epagri/Ciram) informam que o Estado de Santa Catarina, em especial o litoral, podem sofrer com ocorrências de alagamentos e deslizamentos, entre quarta (28/01) e sexta-feira (30/01).
De acordo com a previsão do tempo, da Epagri Ciram, na quarta-feira áreas de instabilidade mantém o tempo fechado com muitas nuvens e chuva isolada em todas as regiões, principalmente do Planalto ao Litoral, e chuva mais intensa em toda as regiões, entre a tarde e a noite. Na quinta e sexta-feira, o tempo permanece instável com chuva em todo o Estado, especialmente da Grande Florianópolis e no Norte. No sábado e domingo, o sol volta a aparecer.
A Defesa Civil desaconselha atividades náuticas quando o mar estiver agitado e recomenda que, no caso de alagamentos, seja evitado o contato com a água, que pode estar contaminada.
Cabeçalho 1
28 de jan. de 2009
24 de jan. de 2009
Capitão Nascimento para coronel Eliésio: Pede pra sair! Pede pra sair!
Encerrada a enquete sobre o diálogo imaginário entre o coronel Eliésio Rodrigues, comandante da PM, e o capitão Nascimento (personagem do filme "Trope de Elite"), ficou escolhida a frase "Pede pra sair! Pede pra sair!", com 48% dos votos. Votaram 25 leitores.
Pede pra sair! Pede pra sair! 12 (48%)
O senhor é um fanfarrão! 9 (36%)
Põe na conta do Papa! 2 (8%)
Caveira? Nunca serão! 2 (8%)
Votos: 25
Pede pra sair! Pede pra sair! 12 (48%)
O senhor é um fanfarrão! 9 (36%)
Põe na conta do Papa! 2 (8%)
Caveira? Nunca serão! 2 (8%)
Votos: 25
23 de jan. de 2009
E o PDT em 2010?
O Encontro Estadual do PDT não bateu martelo ainda sobre 2010, mas alguns movimentos apontam tendências. O principal é a saída do PDT do chamado "bloquinho" do Congresso Nacional - conjunto de pequenos partidos que juntos têm peso significativo. Os pedetistas decidiram não apoiar o candidato do bloco nas eleições da Câmara dos Deputados, no caso o deputado Aldo Rebelo (PCdoB), para apoiar o candidato Michel Temer (PMDB).
“Nosso desligamento do bloco não significa uma ruptura. Vamos continuar tendo uma relação política com todos os partidos que integram o bloco”, declarou Vieira da Cunha (presidente).
A iniciativa contou com a participação do secretário-geral e presidente do diretório estadual, Manoel Dias, que, em Santa Catarina, costurou a aliança diretamente com Luiz Henrique da Silveira. A coordenação do projeto 2010 vai ficar a cargo do vice-prefeito de São José, Telmo Vieira, que divide a prefeitura com Djalma Berger (PSB), irmão do principal expoente do PMDB atualmente.
Esse conjunto de relações leva a crer que o partido vai ficar bastante próximo do PMDB nas próximas eleições. Resta saber se o PMDB tem interesse nessa aliança, se não vai preterir o PDT em benefício de algum ou de todos os partidos da tríplice aliança.
Outro elemento importante é que Manoel Dias se nega a apoiar publicamente seu correligionário deputado Sargento Soares e assinar manifesto de apoio à Aprasc. Segundo Maneca, assinar o documento seria a mesma coisa que pular fora do governo. É verdade. Sua preocupação é desempregar dezenas de companheiros - e a companheira - instalados na estrutura do Estado.
Os do contra
Há no partido uma tendência que prefere candidatura própria. Até por uma questão de sobrevivência. Acoplado ao PMDB, os pedetistas teriam dificuldade em elegar até um deputado estadual, quanto mais dois ou três e um federal. A barreira do coeficiente eleitoral seria um obstáculo difícil de transpor. Com apenas dois prefeitos e um cenário sem deputados, o capital político do PDT seria ainda menor para negociar cargos em um próximo governo.
Nesse grupo se encontra Tico Lacerda, que encarou a missão do partido de ser candidato a vice-prefeito da chapa de Angela Albino (PCdoB) e depois rompeu com a direção para apoiar Esperidião Amin (PP) no segundo turno. Lacerda nem foi convidado para participar do encontro, mas esteve presente para rever alguns amigos e conversar com a juventude. Passou dois dias se sentindo um peixe fora d'água.
“Nosso desligamento do bloco não significa uma ruptura. Vamos continuar tendo uma relação política com todos os partidos que integram o bloco”, declarou Vieira da Cunha (presidente).
A iniciativa contou com a participação do secretário-geral e presidente do diretório estadual, Manoel Dias, que, em Santa Catarina, costurou a aliança diretamente com Luiz Henrique da Silveira. A coordenação do projeto 2010 vai ficar a cargo do vice-prefeito de São José, Telmo Vieira, que divide a prefeitura com Djalma Berger (PSB), irmão do principal expoente do PMDB atualmente.
Esse conjunto de relações leva a crer que o partido vai ficar bastante próximo do PMDB nas próximas eleições. Resta saber se o PMDB tem interesse nessa aliança, se não vai preterir o PDT em benefício de algum ou de todos os partidos da tríplice aliança.
Outro elemento importante é que Manoel Dias se nega a apoiar publicamente seu correligionário deputado Sargento Soares e assinar manifesto de apoio à Aprasc. Segundo Maneca, assinar o documento seria a mesma coisa que pular fora do governo. É verdade. Sua preocupação é desempregar dezenas de companheiros - e a companheira - instalados na estrutura do Estado.
Os do contra
Há no partido uma tendência que prefere candidatura própria. Até por uma questão de sobrevivência. Acoplado ao PMDB, os pedetistas teriam dificuldade em elegar até um deputado estadual, quanto mais dois ou três e um federal. A barreira do coeficiente eleitoral seria um obstáculo difícil de transpor. Com apenas dois prefeitos e um cenário sem deputados, o capital político do PDT seria ainda menor para negociar cargos em um próximo governo.
Nesse grupo se encontra Tico Lacerda, que encarou a missão do partido de ser candidato a vice-prefeito da chapa de Angela Albino (PCdoB) e depois rompeu com a direção para apoiar Esperidião Amin (PP) no segundo turno. Lacerda nem foi convidado para participar do encontro, mas esteve presente para rever alguns amigos e conversar com a juventude. Passou dois dias se sentindo um peixe fora d'água.
22 de jan. de 2009
19 de jan. de 2009
PDT à deriva no governo Luiz Henrique
A cúpula do PDT anda se desencontrando com a base do partido. A rejeição à uma das principais lideranças pedetista se mostrou mais evidente durante o encontro estadual realizado no último final de semana em Lages. Trata-se de Dalva de Lucas Dias, titutar da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação. Esposa do presidente Manoel Dias e cunhada do governador Luiz Henrique da Silveira, Dalva é a cota do PDT no governo da poli-aliança.
Os pedetistas estão chateados com a pouca participação dentro da Secretaria da Dalva e a baixa ocupação nas gerências das secretarias regionais. O acordo selado no início do governo era que o PDT não pegaria nenhuma secretaria regional, mas, em troca, ganharia todas as 36 gerências ligadas à área de Assistência Social. Passados dois anos, levaram apenas 19 cargos. A queixa também é em relação ao estilo da secretária, de poucos amigos e muito autoritária.
Uma questão pode ser preponderante para o futuro do partido em relação à LHS. A secretária representa o governo na negociação com as centrais sindicais estaduais que estão em campanha pela regulamentação do piso mínimo regional. O movimento é capitaneado por petistas (da CUT) e pedetistas (da Força Sindical).
Partidários analisam que ela está sendo levada em banho-maria pelo governador, que não quer e não vai implementar o piso. Maneca chegou a declarar, no encontro, que se o governo não levasse adiante o projeto de salário mínimo, o partido deixaria o governo. Poucos acreditam nessa tese. A maioria acha que é bravata.
Há no partido um setor que vê motivos sufientes para abandonar o barco governamental. Do lado contrário se encontra a secretária, que faz de tudo e briga com todos para não deixar a nau. A diferença de posições rendeu até uma disputa entre a secretária e o presidente do diretório de Florianópolis, Luiz Viegas. Manoel Dias faz o papel de juiz, não pende para um lado nem para o outro. Alguns chamam isso de ficar em cima do muro. O comentário geral é que a mulher manda no marido.
Os pedetistas estão chateados com a pouca participação dentro da Secretaria da Dalva e a baixa ocupação nas gerências das secretarias regionais. O acordo selado no início do governo era que o PDT não pegaria nenhuma secretaria regional, mas, em troca, ganharia todas as 36 gerências ligadas à área de Assistência Social. Passados dois anos, levaram apenas 19 cargos. A queixa também é em relação ao estilo da secretária, de poucos amigos e muito autoritária.
Uma questão pode ser preponderante para o futuro do partido em relação à LHS. A secretária representa o governo na negociação com as centrais sindicais estaduais que estão em campanha pela regulamentação do piso mínimo regional. O movimento é capitaneado por petistas (da CUT) e pedetistas (da Força Sindical).
Partidários analisam que ela está sendo levada em banho-maria pelo governador, que não quer e não vai implementar o piso. Maneca chegou a declarar, no encontro, que se o governo não levasse adiante o projeto de salário mínimo, o partido deixaria o governo. Poucos acreditam nessa tese. A maioria acha que é bravata.
Há no partido um setor que vê motivos sufientes para abandonar o barco governamental. Do lado contrário se encontra a secretária, que faz de tudo e briga com todos para não deixar a nau. A diferença de posições rendeu até uma disputa entre a secretária e o presidente do diretório de Florianópolis, Luiz Viegas. Manoel Dias faz o papel de juiz, não pende para um lado nem para o outro. Alguns chamam isso de ficar em cima do muro. O comentário geral é que a mulher manda no marido.
13 de jan. de 2009
Nova enquete no ar: o que o capitão Nascimento diria para o coronel Eliésio?
Acabei de colocar no ar mais uma enquete. Imagine um encontro entre o capitão Nascimento, protagonista do longa "Tropa de Elite",' e o comandante da Polícia Militar de SC, coronel Eliésio Rodrigues, ator coadjuvante na novela da "Aprasc x LHS".
Para votar, clique em uma das opções na coluna da direita.
Para votar, clique em uma das opções na coluna da direita.
12 de jan. de 2009
Contrariando a regra, coronel Eliésio está há dois anos no comando da PM
No dia 9 janeiro, o coronel Eliésio Rodrigues, comandante geral da PM, completou dois anos à frente da caserna catarinense. Um recorde para os padrões da Era Luiz Henrique da Silveira. Nos últimos seis anos, seis coronéis já ocuparam o cargo máximo da Polícia Militar - média de um por ano. Nesse período, a cúpula da PM passou por algumas crises - a mais marcante foi o caso da Marlene Rica, de Joinville.Nos quatros anos de Esperidião Amin, a cadeira foi ocupada apenas pelo coronel Walmor Backs. Na verdade, Backs se ausentou nos últimos quatro meses para concorrer a deputado.
Escrevi aqui que os oficiais João Luiz Botelho (chefe da Casa Militar) e Marlon Jorge Teza (presidente do Clube dos Oficiais) disputam o comando da Briosa. A briga ainda existe. Mas com novos elementos. Botelho foi promovido a coronel, ficando assim com as credenciais para assumir o posto a qualquer momento - mesmo com contrariedade dos coronéis mais antigos.
Marlon ficou um pouco mais distante da cadeira de Eliésio, pois aquele foi protagonista de uma insurreição de oficiais contra a vontade deste. O presidente da Acors articulou um grupo de oficiais para retomar, à força, os quartéis ocupados pelo movimento dos praças. O comandante geral não sabia da movimentação e se irritou quando descobriu a conspiração. Desautorizou a ação, que seria realizada pelas tropas especiais na noite de Natal, e garantiu às lideranças do movimento da Aprasc que não haveria confronto.
Escreveu Eliésio em nota interna: "Apartados do compromisso ético e moral, com o nítido fito de desestabilizar o Comando-Geral da Corporação, tais 'lideranças' ardilosamente procuraram influenciar Oficiais PM a tomarem medidas isoladas e descabidas na busca de factóides. Não raras às vezes, para desobstrução dos Quartéis propunham medidas truculentas com resultados incertos, haja vista a significativa presença de mulheres e crianças". Em outro trecho fala das "tentativas de disseminar que nossa Corporação estava órfã de Comando" - disseminadas por oficiais superiores.
O coronel Eliésio não deu nome aos bois, mas dentro da caserna sabe-se que o responsável por "queimar" o comandante e conspirar durante as madrugadas foi o coronel Marlon. Apesar de ter melhor trânsito entre os oficiais, em comparação com Botelho, Marlon perdeu pontos com o governador. Resta saber se o presidente da Acors também vai passar por processo disciplinar a exemplo dos praças.
Comandantes da Polícia na Era LHS
Eliésio Rodrigues: 09/01/2007
Edson Souza: 05/05/2006 até 09/01/2007
Bruno Knihs: 13/04/2005 até 05/05/2006
Ivan Morelli: 06/04/2004 até 13/04/2005
Anilson Nelson da Silva: 06/02/2004 até 06//04/2004
Paulo Conceição Caminha: 07/01/2003 até 06/02/2004
Comandantes da PM na Era Amin
Sérgio Wallner: 20/08/2002 até 07/01/2003
Walmor Backs: 05/01/1999 até 20/08/2002
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