Fotos © Carlos Kilian / Divulgação Alesc
Cabeçalho 1
17 de nov. de 2008
Aumento de 400% para as viúvas
Fotos © Carlos Kilian / Divulgação Alesc
16 de nov. de 2008
De Geroni, o vingador
Eu tinha que publicar a matéria a seguir, afinal nesse blog saiu muita coisa escrita a respeito de Calmon e seu prefeito pedetista. Li no blog De Olho na Capital, e fui direto na fonte:
Justiça determina afastamento de Prefeito
A Juíza de Direito Viviane Isabel Daniel Speck de Souza, da 2ª Vara Cível da Comarca de Caçador, concedeu liminar requerida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em ação civil pública, para determinar o afastamento de João Batista De Geroni das funções de Prefeito Municipal de Calmon. A ordem judicial de afastamento foi cumprida na manhã desta quarta-feira (12.11.08). O cargo será ocupado pelo Vice-Prefeito.
Na ação, os Promotores de Justiça Alexandre Estefani, Rodrigo Silveira de Souza e Osvaldo Cioffi Junior explicam que, com o resultado das eleições do dia 5 de outubro desfavorável ao candidato apoiado pelo Prefeito Municipal, este passou a tomar atitudes em represália à população de Calmon, fechando todos os estabelecimentos públicos (inclusive postos de saúde e escolas) nos dias 6 e 7 de outubro.
Os Promotores de Justiça demonstraram ao Judiciário ainda que com a reabertura das repartições, os setores passaram a sofrer sensível diminuição em seus serviços com a dispensa de inúmeros profissionais (muitos contratados sem concurso público), principalmente prejudicando atendimentos na área da saúde e transporte escolar.
No despacho, a Juíza de Direito afirmou: "Difícil crer que tais fatos ocorram em um país com uma Constituição Federal das mais completas e que mais garantias assegura ao cidadão, a ponto de ser chamada de `Constituição Cidadã". A cidade de Calmon, lamentavelmente, foi palco de tamanha arbitrariedade. É necessário que o Poder Judiciário, verdadeiro guardião do ordenamento jurídico, em preservação do Estado Democrático de Direito, adote uma providência capaz de impedir que tais absurdos continuem prejudicando a população de Calmon".
A Magistrada destacou ao final que "o cargo deverá ser ocupado pelo vice-prefeito, o qual acaso mantenha as práticas abusivas do ora réu, será responsabilizado em ação própria" (ACP nº 012.08.007493-8). A decisão foi proferida em primeiro grau e é passível de recurso ao Tribunal de Justiça.
Redação: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC
Justiça determina afastamento de Prefeito
A Juíza de Direito Viviane Isabel Daniel Speck de Souza, da 2ª Vara Cível da Comarca de Caçador, concedeu liminar requerida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em ação civil pública, para determinar o afastamento de João Batista De Geroni das funções de Prefeito Municipal de Calmon. A ordem judicial de afastamento foi cumprida na manhã desta quarta-feira (12.11.08). O cargo será ocupado pelo Vice-Prefeito.
Na ação, os Promotores de Justiça Alexandre Estefani, Rodrigo Silveira de Souza e Osvaldo Cioffi Junior explicam que, com o resultado das eleições do dia 5 de outubro desfavorável ao candidato apoiado pelo Prefeito Municipal, este passou a tomar atitudes em represália à população de Calmon, fechando todos os estabelecimentos públicos (inclusive postos de saúde e escolas) nos dias 6 e 7 de outubro.
Os Promotores de Justiça demonstraram ao Judiciário ainda que com a reabertura das repartições, os setores passaram a sofrer sensível diminuição em seus serviços com a dispensa de inúmeros profissionais (muitos contratados sem concurso público), principalmente prejudicando atendimentos na área da saúde e transporte escolar.
No despacho, a Juíza de Direito afirmou: "Difícil crer que tais fatos ocorram em um país com uma Constituição Federal das mais completas e que mais garantias assegura ao cidadão, a ponto de ser chamada de `Constituição Cidadã". A cidade de Calmon, lamentavelmente, foi palco de tamanha arbitrariedade. É necessário que o Poder Judiciário, verdadeiro guardião do ordenamento jurídico, em preservação do Estado Democrático de Direito, adote uma providência capaz de impedir que tais absurdos continuem prejudicando a população de Calmon".
A Magistrada destacou ao final que "o cargo deverá ser ocupado pelo vice-prefeito, o qual acaso mantenha as práticas abusivas do ora réu, será responsabilizado em ação própria" (ACP nº 012.08.007493-8). A decisão foi proferida em primeiro grau e é passível de recurso ao Tribunal de Justiça.
Redação: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC
13 de nov. de 2008
Hino da Assembléia Legislativa
Está em tramitação projeto de resolução, da parte da Mesa Diretora, que institui o Hino Oficial da Assembléia Legislativa. De autoria do músico Edgar Paulo Ferretti, a composição "Alegria de Participar" foi criada em 2007 para as campanhas publicitárias da Alesc. Pelo projeto, o autor concede os direitos de autoria ao parlamento, para usar a música em todas as cerimônias e eventos.
Segue a primeira parte do hino:
(Continua a partitura)
Segue a primeira parte do hino:
ALEGRIA DE PARTICIPAR
Edgar Ferreti
Somos de uma terra feita
de trabalho e de união
homens e mulheres
que jamais se vergam
Somos fortes como o barco
que vence a tormenta
somos mais
somos catarinenses
O amor que a gente tem por Santa Catarina
é tão sincero é tão bonito de cantar
nossos projetos nossos sonhos nossas vidas
nas mãos de quem a gente pode confiar
em cada lei em cada gesto há uma certeza
e a alegria de participar
Edgar Ferreti
Somos de uma terra feita
de trabalho e de união
homens e mulheres
que jamais se vergam
Somos fortes como o barco
que vence a tormenta
somos mais
somos catarinenses
O amor que a gente tem por Santa Catarina
é tão sincero é tão bonito de cantar
nossos projetos nossos sonhos nossas vidas
nas mãos de quem a gente pode confiar
em cada lei em cada gesto há uma certeza
e a alegria de participar
(Continua a partitura)
11 de nov. de 2008
Mudança para ficar como está
Um segundo cenário da disputa da Mesa Diretora do parlamento catarinense inclui Gelson Merísio (DEM) como presidente e Jorginho Mello (PSDB) vice. Assim os tucanos e os democratas repetiriam a atual composição e manteriam os mesmos cargos. Com esse panorama, o PT lançaria candidatura à presidência da Assembléia, para depois se fortalecer na disputa das presidências das comissões. Hoje o partido detém três comissões, entre catorze.
Fotos © Carlos Kilian / Divulgação Alesc
Herneus presidente, Julio vice

Os bastidores da Assembléia Legislativa começam a projetar como vai ficar a presidência da Casa a partir de 1º de janeiro de 2009. Um cenário inclui a candidatura - e eleição, é claro - do atual líder do governo, Herneus de Nadal (PMDB). O 1º vice-presidente seria o atual mandatário, o deputado Julio Garcia, que seria privilegiado com a investidura de Nadal no Tribunal de Contas. Na foto, da esquerda para a direita, Gelson Merísio (DEM), também presidenciável, Julio Garcia e Herneus de Nadal.
Fotos © Carlos Kilian / Divulgação Alesc
10 de nov. de 2008
4 de nov. de 2008
Faltam vagas e sobram problemas no Presídio Regional de Blumenau
Um presídio com 648 detentos, entre os quais 62 mulheres, para ocupar um espaço destinado a 498 pessoas. Em 2002, a quantidade de presos não passava de 240 pessoas. A população carcerária quase triplicou seis anos depois, mas a estrutura não cresceu o suficiente para atender a demanda. Para a vigilância dentro da detenção, são 40 agentes prisionais, e 21 policiais militares para a guarda externa. Essa é a realidade em números do Presídio Regional de Blumenau, que foi tema de audiência pública, na tarde de 3 de novembro, na Câmara de Vereadores, e reuniu diversas representações da cidade a convite da Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa.
De um lado, os presos, seus familiares e integrantes de entidades ligadas aos direitos humanos reclamam da superlotação do presídio e apontam uma série de outras deficiências: falta de higiene sanitária; ventilação inexistente; alagamento; e falta de atendimento médico, além de um espaço adequado para detentas grávidas. Há ainda denúncias de tortura. No presídio existem apenas 301 camas, a outra metade dos detentos dorme em colchões estirados no chão.
De outro lado, agentes prisionais e policiais exigem melhores condições de trabalho: fardamento adequado, porte de arma, contratação de mais efetivo e melhorias salariais. Eles ainda sofrem com ameaças de morte contra os próprios agentes ou suas famílias. Alguns não podem circular em todas as áreas do presídio, pois podem ser agredidos. Os agentes defendem a imediata suspensão da entrada de presos, pois o presídio, segundo eles, não suporta mais a concentração de apenados. Uma espécie de moratória para não ampliar os problemas.
O trabalho de segurança e vigilância é prejudicado com alguns problemas estruturais do presídio, avaliam os servidores. As guaritas estão dispostas de forma errada e, também, são insuficientes para alcançar visualmente toda extensão do complexo prisional – provocadas pelas ampliações desordenadas. Durante os banhos, por falta de um projeto elétrico, há queda de energia e falta de luz. Há ainda a necessidade de instalação de câmeras de vigilância.
A direção do presídio não sabe precisar quantos detentos estão trabalhando. Algo entre 80 e 120 presos estão fazendo atividades laborais para cinco empresas, ou seja, menos de um sexto do total. Entre os serviços disponíveis estão montagem de aros de bicicleta e de brinquedos, acabamento em plástico, facção, oficina mecânica, cozinha e artesanato.
Recém empossado, o diretor-geral do presídio, capitão Carlos Alberto Luvizotto, reconhece as deficiências, como a necessidade de pelo menos um médico e um dentista em tempo integral, mas se encontra de mãos amarradas para melhorar as condições dos apenados e dos servidores. Seu chefe, o secretário Segurança Pública e Defesa do Cidadão, Ronaldo Benedet, não apresentou sequer uma solução para resolver os problemas imediatos do presídio. Ele prometeu investigar casos de tortura e defender os agentes prisionais contra pressões e ameaças.
Fotos © Alexandre Brandão
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