Cabeçalho 1

16 de abr. de 2011

Angola: Armas das empresas de segurança são ilegais

Compartilho entrevista com chefe militar da Polícia de Angola:

O segundo comandante geral da Polícia, Paulo de Almeida (na hoto), voltou a falar da actividade desenvolvida pelas empresas de segurança privada. Para ele, as mesmas estão a margem da lei, tudo porque as armas que usam são ilegais.

P-Nas empresas de segurança, o que mais vos preocupa?

Uma empresa de segurança deve ter capacidade para funcionar e deve ter condições estruturais para o fazer. O pessoal para segurança deve ser estritamente seleccionado, não deve ter cadastro. Eles devem ter uma formação, não digo militar, mas uma formação cívica, ética e profissional que lhes permita enquadrarem-se devidamente nos princípios deontológicos da sua actividade. E, por último, temos de definir que tipo de equipamento devem ter os seguranças privados, senão, teremos seguranças equipados da mesma forma que as forças do Estado. Isto é o que queremos rever. Não são medidas fora do comum em Angola, é aquilo que existe na generalidade dos países. Não podemos ter uma segurança privada que use armas de guerra. Não podemos ter uma segurança privada que não respeite o código de estrada.

13 de abr. de 2011

Ressuscitando Dagomar Carneiro


O ex-deputado Dagomar Carneiro (PDT), primeiro da esquerda para a direita, foi ressuscitado pela Presidência da Assembleia Legislativa e fez parte da comitiva de parlamentares catarinenses que receberam representantes da estatal chinesa Beijin XJ Energy Techonology.

6 de abr. de 2011

A ponte e a chantagem

Antônio Carlos Mafalda / SECOM

Está na cara que o boato de que a Ponte Hercílio Luz, no fundo da foto, pode cair é uma chantagem da empresa para continuar ganhando mais e mais dinheiro. E o governador Raimundo Colombo parece que caiu no conto. Em seu twitter, escreveu:

As obras de recuperação estão em andamento e ao término, permitirão inclusive trânsito de veículos.

25 de mar. de 2011

Trancada ação penal contra deputado militar

Cabo da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o atual deputado distrital Sidney da Silva Patrício (PT) teve ação penal trancada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A ação tramitava desde 2007, na qual o parlamentar era acusado de incitamento à indisciplina, de lesão corporal leve consumada e tentada, de ameaça e de dano qualificado durante movimento reivindicatório dos praças do DF.

Ele e mais dois policiais também foram denunciados por incitar os manifestantes presentes à indisciplina e à prática dos crimes militares de motim, insubordinação e perturbação de serviço.

A decisão do STJ foi baseada na Lei da Anistia (Lei n. 12.191/2010), que perdoa militares de nove unidades da federação, entre elas, Santa Catarina, por punição motivada pela participação em movimento reivindicatório.

22 de mar. de 2011

Assistência psicológica para policiais e bombeiros

Enquanto os deputados Sargento Amauri Soares (PDT) e Nilson Gonçalves (PSDB) cobram do governo a criação de um setor de acompanhamento psicológico para policiais e bombeiro, o deputado Maurício Eskudlark (PSDB) informa que o serviço já existe na Polícia Civil.

Segundo Eskudlark, a psicologia foi instalada na Civil quando ele era o delegado geral e hoje tem mil atendimentos, em um universo de 3 mil policiais civis. "Um grande resultado", comemora. Qualquer sinal de nervosismo e depressão, informa, é motivo para atendimento.

21 de mar. de 2011

Criciúma: Samu e PM inauguram Central Integrada

As Secretarias da Saúde e da Segurança Pública e Defesa do Cidadão realizam, na segunda-feira (21), inauguração da Central Regional de Emergência e Socorro Integrado em Criciúma, agregando o trabalho entre Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Polícia Militar. A solenidade será às 16h, no 9º Batalhão da PM.

De acordo com o portal do governo do Estado, o investimento para a instalação da Central de Criciúma foi de aproximadamente R$ 57,5 mil, sendo R$ 44 mil proveniente da Secretaria de Segurança Pública e Defesa do Cidadão e R$ 13,5 mil da Secretaria de Estado da Saúde.

19 de mar. de 2011

Bolsonaro: "Algum hetero para me apoiar?"

Em reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, no dia 16 de março, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), apresentou requerimento para convocar o ministro da Educação a fim de prestar esclarecimentos sobre a elaboração de material ("dito didático", segundo o parlamentar) de combate à homofobia a ser distribuído nas escolas de ensino fundamental.

Quando o requerimento foi colocado em votação, Bolsonaro não recebeu nenhum apoio, mas ele insistiu: "Alguém me apoia? Algum hetero para me apoiar?". A sala ficou em silêncio. E a matéria foi rejeitada.