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9 de dez. de 2009

Provas do concurso da Assembleia são anuladas

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jorginho Mello (PSDB), anunciou no final da tarde desta quarta-feira (9), a anulação de todas as provas do concurso público realizado no último domingo pela Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio-Econômicos (Fepese). De acordo com o presidente, novas provas do processo seletivo para servidores do Legislativo estadual serão realizadas pela fundação ainda no mês de dezembro.

A decisão foi anunciada após uma reunião entre o presidente do Parlamento e representantes da Fepese sobre as denúncias de repetição de questões de outros concursos nas provas para seleção da Assembleia Legislativa. “Esse foi um problema interno da própria Fepese, que agora fará novas provas. O processo seletivo continua. Apenas as provas foram anuladas”, resumiu Jorginho Mello.

Fonte: Portal Alesc

Em nome do pai, do filho e do espírito santo. Amém!

Foto: Divulgação Alesc

Feliz e orgulhoso, o presidente da Assembleia Legislativa, Jorginho Mello (PSDB), inaugurou nesta terça-feira (8) o novo restaurante reservado para os deputados. Pela foto, dá para perceber que ficou bem bonito. Mas só pela foto é possível ver, porque ninguém mais está autorizado a entrar no restaurante, que conta com a segurança dos policiais militares do Corpo da Guarda da Alesc.

A inauguração teve até reza puxada pela deputada Odete de Jesus (PRB).

A versão antiga do restaurante reservado aos deputados além de ser bem menor que a atual, era compartilhada por alguns diretores da Casa, sindicalistas, chefes de gabinete, jornalistas, autoridades em geral e outras pessoas que não queriam comer no Restaurante dos Funcionários. Às vezes, tinha mais fila que o restaurante da plebe.

Agora, para almoçar no restaurante novo somente se elegendo deputado ou sendo convidado pessoalmente por algum.

Presidente

O tucano tem praticamente mais uma semana para terminar seu mandato como presidente da Assembleia Legislativa. Entrega o cargo dia 1º fevereiro para o deputado Gelson Merísio (DEM), mas como o recesso começa dia 18 de dezembro e, em janeiro, é um período de férias coletivas dos funcionários, ele não vai ter mais muito tempo para governar.

Em um ano, Jorginho deixa uma marca: é o presidente da restrição. O deputado inaugurou a nova entrada do Parlamento para aumentar a restrição de acesso da população ao Parlamento. Ficou mais bonito, porém mais complicado para entrar.Agora, a revista e o cadastramento são mais rígidos.

Mais: proibiu a turba de entrar de bermuda. Goste ou não, é uma medida restritiva. A decisão não durou uma semana. Os "bermudões" ganharam a disputa.

Agora, inaugurou um belo restaurante e proibiu a turma do andar intermediário de almoçar ao lado dos deputados.

Em vários setores da Casa, os funcionários estão contando os dias para o fim da Era Jorginho Mello. Alguns deputados também não estão contentes com as mudanças, afinal, eles também são depositários das críticas.

O ex-deputado Júlio Garcia (DEM), atualmente ocupando posto de conselheiro do Tribunal de Contas, está deixando saudade.

2 de dez. de 2009

Quórum

Às 16h10min, o líder do governo, deputado Eliseu Mattos (PMDB), fez um apelo para que os deputados governistas voltassem de seus gabinetes para votar "projetos importantes". Um minuto depois, o vice-presidente, deputado Gelson Merísio (DEM), pediu aos parlamentares que estavam fora do "aquário" para participarem das votações.

Ontem, a bancada governista esvaziou o Plenário durante a votação dos requerimentos e indicações para que não fosse aprovada o pedido de informação do deputado Kennedy Nunes (PP) sobre o convênio/assinatura com a revista ITS. Tanto o progressista quanto o petista Pedro Uczai reclamaram da manobra do governo. "A oposição sempre garantiu quórum para o governo, e agora esconde os deputados para não votar matéria que contraria seus interesses", disse Uczai.

29 de nov. de 2009

Constrangimento

Está cheirando a notícia plantada duas notas publicadas no jornal "A Notícia", de Joinville, e "Notícias do Dia", da Grande Florianópolis. Até aí (mais ou menos) tudo bem.

As assessorias de imprensa servem para servir de ponte entre a imprensa e a fonte, não fazer lobby. Da mesma forma, que a imprensa deve agir com cautela e não incorporar o discurso da fonte. Nos dois casos a seguir, o texto e a argumentação são praticamente idênticos, começando pelo título. No entanto, é preciso observar, que as informações são absolutamente corretas:

A Notícia - 28 de novembro - Cláudio Prisco Paraíso

Barriga cheia

Os oficiais da Polícia Militar deveriam se constranger da campanha que colocaram nas ruas para melhorar ainda mais os seus salários. Em janeiro de 2003, um tenente-coronel recebia R$ 4 mil e, em agosto de 2009, com todos os benéficios, como o gordo adicional de permanência, ultrapassou R$ 13 mil.

Consta que, no atual governo, 99,9% dos oficiais da PM e dos bombeiros foram promovidos, refletindo diretamente na folha de pagamento. E, como se não bastasse, quando são transferidos, recebem entre R$ 15 mil e R$ 30 mil de auxílio-moradia.

Agora, os oficiais querem receber os mesmos R$ 2 mil dos delegados, valor já aprovado pela Assembleia. Só que quando a Polícia Militar foi beneficiada com reajustes específicos, a PC não pressionou para também ser favorecida.

Notícias do Dia - 27 de novembro - Coluna Paulo Alceu

Barriga cheia

A gratificação de R$ 2 mil concedida pelo Estado aos delegados gerou uma baita ciumeira. Agora os oficiais ameaçam uma operação-padrão, caso não recebam um abono especial. Mas parece que estão reclamando de barriga cheia. Os valores recebidos por um oficial da corporação são coisa de cinema. Para se ter uma idéia, em janeiro de 2003, um tenente-coronel recebia R$ 4 mil e, em agosto de 2009, com todos os benéficos, como o gordo adicional de permanência, o soldo ultrapassou R$ 13 mil. Que tal? Consta que, no atual governo, 99,9% dos oficiais da PM e dos bombeiros foram promovidos, refletindo diretamente na folha de pagamento. E, como se não bastasse, quando são transferidos, recebem entre R$ 15 e R$ 30 mil de auxílio-moradia.

E a esmagadora maioria dos oficiais trabalha em gabinetes com ar-condicionado. Se alguém realmente merece um abono especial são os praças da PM catarinense.

27 de nov. de 2009

Servidores da saúde conquistam reajuste e suspendem greve

A assembleia dos servidores da saúde aprovou, no final da tarde de sexta-feira (27), a última proposta da Secretaria da Saúde de reajuste através de abono e suspenderam o estado de greve. A oferta de incremento salarial de duas parcelas de 8,38 % (janeiro e maio de 2010) sobre o vencimento básico foi negociada com o comando de greve e representantes do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindsaúde). O aumento não vai surtir efeito sobre os adicionais, como tempo de serviço e insalubridade, mas vai ser descontado nos impostos de renda e previdenciários.

No próximo ano, a categoria vai continuar a mobilização para incorporar o abono ao salário.

25 de nov. de 2009

Gonçalves critica Requião

Ontem (24/11), quando o líder do PMDB, deputado Antônio Aguiar, defendia a candidatura própria do partido para a Presidência da República no Plenário da Assembléia Legislativa, através do governador paranaense Roberto Requião, foi interrompido pelo aliado Nilson Gonçalves (PSDB).

O tucano chamou Requião de "desonesto", "medíocre" e governador "de poucas obras". Aguiar reclamou, dizendo que o aparte foi desrespeitoso.

A briga serviu de munição para o oposicionista Joares Ponticelli (PP) que assumiu a Tribuna logo em seguida. Para ele, a pré-candidatura de Requião é para "valorizar o passe" do PMDB junto ao governo federal.

A propósito, comentando notícia (aqui e aqui) publicada no jornal "Diário Catarinense" sobre o aumento da violência no Estado, Ponticelli declarou: "A única descentralização que esse governo conseguiu de verdade foi a da violência".

23 de nov. de 2009

[foto] Dilma na Alesc


Nunca vi a Sala de Imprensa da Assembleia Legislativa tão lotada como hoje com a presença da ministra Dilma Roussef (PT) - pré-candidata à Presidência da República. Afora os papagaios de pirata de luxo, formado por deputados, prefeitos e outros integrantes do governo federal, a imprensa catarinense compareceu em peso.

Até o presidente da Casa, deputado Jorginho Mello, do PSDB, surfou na onda da popularidade da ministra.

Foto: Carlos Kilian / Divulgação Alesc [clique para ampliar]