Cabeçalho 1
9 de abr. de 2010
"O policial militar é igual à um goleiro", compara coronel Eliésio
De saída do Comando geral, o coronel Eliésio Rodrigues, utilizou uma metáfora futebolística, muito usada pelo presidente Lula, para falar das crítica à PM. "O policial militar é igual à um goleiro, não pode falhar, não pode tomar gol, porque senão é um homicídio, é um furto. Todavia a comunidade nos imputa a responsabilidade porque nos conhece pelas fardas e viaturas", disse na sexta-feira 9. Ele quis dizer que o policial, assim como o goleiro, nunca é reconhecido pelos seus acertos, mas sempre criticado pelos seus erros - que são fatais.
"Por que o Avaí ganhou do Metropolitano? Porque não falhou", argumentou, se referindo ao jogo do dia anterior em que o Leão ganhou e terminou o returno do Campeonato Catarinense em primeiro lugar
Ele citou outras entidades, como o Judiciário, Ministério Público e Polícia Civil - entes integrantes da segurança pública - que não recebem tantas críticas.
Demissionário, o comandante fez o pronunciamento na cerimônia de formatura do Curso de Formação de Sargentos, na Academia da Polícia Militar da Trindade, provavelmente o último de sua carreira.
8 de abr. de 2010
Dificuldade para os oficiais
A vida não está fácil para os oficiais da Polícia Militar. Além de terem dificuldades para ganhar os R$ 2 mil de abono, de forma lenta, gradual e insegura, e se equipararem, mesmo que parcialmente, aos delegados da Polícia Civil, agora vão ter que engolir o doutor André Luiz Mendes da Silveira no posto máximo da Secretaria de Estado da Segurança Pública.
Para os oficiais, pior que um leigo, como o ex-secretário Ronaldo Benedet (PMDB), é um dirigente da instituição chamada "co-irmã". É um acinte, uma provocação. Mais: é uma demonstração da fraqueza política dos coronéis em relação aos delegados.
Em anos passados, para corrigir essa briga, o ex-governador Esperidião Amin chegou a dar status de secretaria à Polícia Militar.
Além da briga PC x PM, está a briga interna corroendo a unidade da categoria. Duas chapas, do campo da oposição, já se declararam que vão brigar pela diretoria da Associação dos Oficiais (Acors), enquanto que a situação ainda não se manifestou. As oposições já chegaram no nível de afirmar que a atual comandância da instituição e a presidência da associação não tem mais legitimidade diante de tanto vacilo na negociação salarial.
A briga interna também opõe oficiais "superiores" (coronéis e tenentes-coronéis) e "inferiores" (majores, capitães e tenentes). Esses últimos se sentem abandonados depois que os primeiros receberam as melhores gratificações, com acúmulos de comandos, através da Lei Complementar 454, aprovada ano passado. Para a base, depois que a alta cúpula alcançou o teto (de R$ 15 mil), e a quebra do teto, se acomodaram para defender os outros.
A terceira divisão inclui os praças e oficiais. A confecção de projeto de lei, obra de oficiais próximos ao governo, com abono com diferença de oito vezes, abriu ainda mais o fosso financeiro, moral e emocional que separa comandantes e comandados.
Polêmica
As medidas provisórias que tratam do abono dos militares (R$ 2 mil para a cúpula e R$250 para a base) e da gratificação aos servidores da sede da Secretaria da Saúde são as mais polêmicas e as que mais estão recebendo resistência. Uma chuva de e-mails, de todos os lados, estão enchendo as caixas postais do deputados estaduais.
Para os oficiais, pior que um leigo, como o ex-secretário Ronaldo Benedet (PMDB), é um dirigente da instituição chamada "co-irmã". É um acinte, uma provocação. Mais: é uma demonstração da fraqueza política dos coronéis em relação aos delegados.
Em anos passados, para corrigir essa briga, o ex-governador Esperidião Amin chegou a dar status de secretaria à Polícia Militar.
Além da briga PC x PM, está a briga interna corroendo a unidade da categoria. Duas chapas, do campo da oposição, já se declararam que vão brigar pela diretoria da Associação dos Oficiais (Acors), enquanto que a situação ainda não se manifestou. As oposições já chegaram no nível de afirmar que a atual comandância da instituição e a presidência da associação não tem mais legitimidade diante de tanto vacilo na negociação salarial.
A briga interna também opõe oficiais "superiores" (coronéis e tenentes-coronéis) e "inferiores" (majores, capitães e tenentes). Esses últimos se sentem abandonados depois que os primeiros receberam as melhores gratificações, com acúmulos de comandos, através da Lei Complementar 454, aprovada ano passado. Para a base, depois que a alta cúpula alcançou o teto (de R$ 15 mil), e a quebra do teto, se acomodaram para defender os outros.
A terceira divisão inclui os praças e oficiais. A confecção de projeto de lei, obra de oficiais próximos ao governo, com abono com diferença de oito vezes, abriu ainda mais o fosso financeiro, moral e emocional que separa comandantes e comandados.
Polêmica
As medidas provisórias que tratam do abono dos militares (R$ 2 mil para a cúpula e R$250 para a base) e da gratificação aos servidores da sede da Secretaria da Saúde são as mais polêmicas e as que mais estão recebendo resistência. Uma chuva de e-mails, de todos os lados, estão enchendo as caixas postais do deputados estaduais.
Bauer deixa SC entre os piores salários no magistério
O secretário de Estado da Educação, Paulo Bauer (O Hipócrata), vai sair de sua pasta deixando Santa Catarina em 18º lugar no ranking de salários recebidos pelos professores estaduais. A pesquisa foi feita pelo jornal "Folha de São Paulo" (link para assinantes) e publicada no dia 1º de abril com base nas informações oficiais das secretarias de educação e sindicatos do magistério. SC está à frente de apenas nove estados.
Pela pesquisa, o salário base do professor catarinense é de R$ 1.658, em uma jornada de 40 horas semanais, saindo por R$ 10,36 a hora-aula. A hora-aula do magistério de SC fica atrás de estados mais modestos economicamente como Maranhão, Tocantins, Pará e Alagoas.
A maior hora-aula é de Roraima com R$ 24,19. Já o maior salário base é do Distrito Federal com R$ 3.386.
Veja a reprodução do jornal. Clique na imagem para ampliar :
Pela pesquisa, o salário base do professor catarinense é de R$ 1.658, em uma jornada de 40 horas semanais, saindo por R$ 10,36 a hora-aula. A hora-aula do magistério de SC fica atrás de estados mais modestos economicamente como Maranhão, Tocantins, Pará e Alagoas.
A maior hora-aula é de Roraima com R$ 24,19. Já o maior salário base é do Distrito Federal com R$ 3.386.
Veja a reprodução do jornal. Clique na imagem para ampliar :
7 de abr. de 2010
[foto] Gula
Depois de engolir um pastel inteiro, ficando com o recheio e deixando só as beiradas, o ex-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jorginho Mello (PSDB), quase engoliu a mão do cidadão que segurava o outro, durante visita à 19ª Expofeira Nacional da Cebola, em sua campanha à deputado federal.
Ao ex-deputado-suplente Giancarlo Tomelin (PSDB), à direita, sobrou a beiradinha.
Foto: Carlos Kilian / Divulgação Alesc [clique para ampliar]
Voltando...
Depois de uns dias de afastamento, esse blogueiro volta prometendo mudanças para os próximos dias.
4 de abr. de 2010
3 de abr. de 2010
Mega-Sena para vítimas de enchente em SC
Pré-candidato ao governo do Estado de SC pelo DEM, o senador Raimundo Colombo teve um projeto de lei de sua autoria aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. A proposta autoriza a Caixa Econômica Federal a realizar um concurso especial da Mega Sena para destinar parte dos recursos ao socorro das vítimas das enchentes de 2008 em Santa Catarina.
O relator do PL foi o líder do DEM na Câmara, o também catarinense deputado Paulo Bornhausen, apresentou parecer favorável e apresentou dados, publicados na Agência Câmara, para sustentar sua posição: 22.952 desabrigados, 31.087 desalojados, 85 mortos e 30 desaparecidos e mais 1,5 milhão de pessoas afetadas, além de oito municípios isolados - São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoa e Benedito Novo.
Faltou dizer que a cidade mais afetada, Blumenau, é dirigida pelo também democrata João Paulo Kleinübing.
O relator do PL foi o líder do DEM na Câmara, o também catarinense deputado Paulo Bornhausen, apresentou parecer favorável e apresentou dados, publicados na Agência Câmara, para sustentar sua posição: 22.952 desabrigados, 31.087 desalojados, 85 mortos e 30 desaparecidos e mais 1,5 milhão de pessoas afetadas, além de oito municípios isolados - São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoa e Benedito Novo.
Faltou dizer que a cidade mais afetada, Blumenau, é dirigida pelo também democrata João Paulo Kleinübing.
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