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7 de abr. de 2010

[foto] Gula


Depois de engolir um pastel inteiro, ficando com o recheio e deixando só as beiradas, o ex-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jorginho Mello (PSDB), quase engoliu a mão do cidadão que segurava o outro, durante visita à 19ª Expofeira Nacional da Cebola, em sua campanha à deputado federal.

Ao ex-deputado-suplente Giancarlo Tomelin (PSDB), à direita, sobrou a beiradinha.

Foto: Carlos Kilian / Divulgação Alesc [clique para ampliar]

Voltando...

Depois de uns dias de afastamento, esse blogueiro volta prometendo mudanças para os próximos dias.

3 de abr. de 2010

Mega-Sena para vítimas de enchente em SC

Pré-candidato ao governo do Estado de SC pelo DEM, o senador Raimundo Colombo teve um projeto de lei de sua autoria aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. A proposta autoriza a Caixa Econômica Federal a realizar um concurso especial da Mega Sena para destinar parte dos recursos ao socorro das vítimas das enchentes de 2008 em Santa Catarina.

O relator do PL foi o líder do DEM na Câmara, o também catarinense deputado Paulo Bornhausen, apresentou parecer favorável e apresentou dados, publicados na Agência Câmara, para sustentar sua posição: 22.952 desabrigados, 31.087 desalojados, 85 mortos e 30 desaparecidos e mais 1,5 milhão de pessoas afetadas, além de oito municípios isolados - São Bonifácio, Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoa e Benedito Novo.

Faltou dizer que a cidade mais afetada, Blumenau, é dirigida pelo também democrata João Paulo Kleinübing.

31 de mar. de 2010

Caciques

Ontem foi a vez de Esperidião Amin (PP) e Eduardo Pinho Moreira (PMDB). Hoje foi Ideli Salvatti (PP) e secretários do DEM e PSDB.

É a cerimônia que os caciques partidários fazem pela Assembleia Legislativa de tempos em tempos.






Fotos: Divulgação Alesc

Uma pergunta aos policiais

Uma pergunta aos policiais, civis e militares, praças e agentes, delegados e oficiais, que frequentam esse blog:

Onde estavam os policiais para multar os motoristas que tomaram conta da Praça Tancredo Neves e das guias "proibido estacionar" no dia da posse do governador Leonel Pavan?

Guardas municipais também podem responder.

30 de mar. de 2010

Paulo Bauer, o hipócrita

No ocaso de sua administração frente à Secretaria de Estado da Educação, o secretário Paulo Roberto Bauer, do PSDB, produziu uma pérola típica dos políticos hipócritas que, por falta de argumentação, apelam para desmoralização descabida.

Em nota, o secretário afirmou que a paralisação dos professores do Instituto Estadual de Educação, que tiveram seus salários retidos, segue "orientações de instituições de incofessáveis interesses político-ideológicos, que se aproveitam de professores pouco informados ou que não confiam na ação da direção da escola e da Secretaria de Estado da Educação". Como !? Quer dizer que apenas o outro lado do balcão tem interesses político-ideológicos?

Político profissional, Bauer tem uma lista de serviços prestados á oligarquia catarinense.

Ex-vice-governador de Esperidião Amin (PP), principal inimigo do governo Luiz Henrique da Silveira, do qual ele faz parte, também já foi deputado estadual pelo antigo PDS, o partido sucessor da Arena, e deputado federal por três legislaturas.

Em poucos dias, vai deixar a Secretaria e voltar para a Câmara dos Deputados. Ele é pré-candidato ao Senado, na chapa que pode contar com seu correligionário Leonel Pavan, que dispensa apresentações, como candidato a governador. Se não der certo a disputa ao Senado, tenta novamente uma vaga de federal.

Se tem alguém nesse Estado que tem "interesses político-ideológicos", essa pessoa é Paulo Roberto Bauer.

A propósito, Bauer coleciona embates com o magistério estadual e a comunidade acadêmica da Instituto, em particular. Em 2007, preteriu um experiente e reconhecido professor filiado ao PSDB, que foi escolhido diretor do IEE em consulta interna, para nomear um preposto na direção da escola, que nada conhecia sobre o Instituto. Pouco tempo depois, o interventor deixou a escola para exercer a função de "olheiro" da Secretaria da Educação na Assembleia Legislativa. Sua tarefa era ficar o dia inteiro sentado na galeria da Alesc assistindo as sessões a fim de informar Bauer sobre o que diziam sobre sua pasta e municiar os deputados governistas sobre o que dizer sobre o secretário.