A campanha de Raimundo Colombo (DEM) começa enfraquecida. Explica-se: apesar de contar com a formação da tríplice aliança, os principais partidos que compõem a candidatura entraram divididos e de forma forçada.
Enquanto a base e a cúpula nacional do PMDB queriam candidatura própria ou pelo menos aliança com Ideli Salvatti (PT), os caciques locais manobraram para construir a chapa com os Democratas. Tomaram vaias e não vão levar toda a base peemedebista.
Na outra ponta da tríplice, a base do PSDB buscava aliança com o PP ou candidatura própria. Determinação da direção nacional obrigou os tucanos catarinenses a fecharem com o DEM, caso contrário haveria intervenção. Enquanto algumas lideranças locais do PSDB defendiam veementemente a chapa com os progressistas, outras gostaram da atitude da nacional. O próprio governador Leonel Pavan queria sua própria candidatura. É mais um partido que entra rachado para compor a unidade.
Cabeçalho 1
30 de jun. de 2010
PTC vai de Colombo
Depois de realizar convenção partidária no Hotel Blue Tree Towers, o Partido Trabalhista Cristão (PTC), de Elpídio Neves, resolveu aderir à campanha de Raimundo Colombo (DEM). A convenção começou às 8 horas e, às 9 horas, ele foi pessoalmente à Assembleia Legislativa comunicar a decisão à bancada dos democratas.
PDT define por PT
O presidente estadual (e nacional) do PDT, Manoel Dias, chega de Brasília por volta do meio-dia e apresenta na reunião da Executiva, logo às 13 horas, a posição oficial do partido de fechar aliança com o PT de Ideli Salvatti. Ele vai enfrentar resistência do grupo liderado pelo deputado Dagomar Carneiro, que defende a aliança com o PP de Ângela Amin. O deputado Sargento Soares, que queria candidatura própria, não vai participar da reunião para não precisar fazer o voto de desempate.
Se a decisão for contrária à orientação da direção nacional, de apoiar o PT, o ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi, desembarca em Florianópolis para intervir politicamente.
Se a decisão for contrária à orientação da direção nacional, de apoiar o PT, o ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi, desembarca em Florianópolis para intervir politicamente.
Malibu: o novo lançamento da Chevrolet
O Brasil logo vai ter acesso ao novo modelo sedan, na categoria luxo, da Chevrolet, importado dos Estados Unidos.
Trata-se do Chevrolet Malibu, que será comercializado na versão LTZ, com moderno motor de 2,4 litros de alumínio, da família Ecotec. O propulsor desenvolve 171 cavalos de potência a 6.400 rpm com câmbio automático de seis velocidades controladas pelas opções de trocas de marchas através de comandos no volante.
O Malibu entra no mercado brasileiro com sistema de freio ABS com EBD e PBA (que distribui da melhor forma possível, a força do freio requisitada pelo condutor); controle de estabilidade de tração; rodas de alumínio de 18 polegadas; ar condicionado digital; bancos de couro com regulagem elétrica e aquecimento; tela LCD para os passageiros dos bancos traseiros como acessório (vendido separadamente); airbags/windowbags com sensores de presença (conforme o peso da pessoa), monitor de pressão dos pneus; direção com assistência elétrica; e chave com "remote start" (possibilitando a ligação do motor à distância).
Trata-se do Chevrolet Malibu, que será comercializado na versão LTZ, com moderno motor de 2,4 litros de alumínio, da família Ecotec. O propulsor desenvolve 171 cavalos de potência a 6.400 rpm com câmbio automático de seis velocidades controladas pelas opções de trocas de marchas através de comandos no volante.
O Malibu entra no mercado brasileiro com sistema de freio ABS com EBD e PBA (que distribui da melhor forma possível, a força do freio requisitada pelo condutor); controle de estabilidade de tração; rodas de alumínio de 18 polegadas; ar condicionado digital; bancos de couro com regulagem elétrica e aquecimento; tela LCD para os passageiros dos bancos traseiros como acessório (vendido separadamente); airbags/windowbags com sensores de presença (conforme o peso da pessoa), monitor de pressão dos pneus; direção com assistência elétrica; e chave com "remote start" (possibilitando a ligação do motor à distância).
29 de jun. de 2010
Organização do Corpo de Bombeiros (e dos policiais?)
Depois que o projeto de lei complementar que trata da Organização Básica do Corpo de Bombeiros Militar, conhecido antigamente como LOB, chegou à Assembleia Legislativa, os policiais militares estão apreensivos para saber quando chega a versão da Polícia Militar.
Em 10 páginas, o projeto vai tratar de toda organização da instituição, suas unidades e efetivo. É como se fosse um planejamento para os próximos anos.
A última versão é de 10 de fevereiro de 1983 - do tempo que o Corpo de Bombeiros era um braço da PM e a atual Constituição do Estado (1988/89) ainda não havia sido promulgada.
Também já está em tramitação o PLC que estabelece a distribuição e fixa o efetivo do Corpo de
Bombeiros. A Polícia já tem a sua lei complementar sobre o assunto, desde julho de 2008.
Em 10 páginas, o projeto vai tratar de toda organização da instituição, suas unidades e efetivo. É como se fosse um planejamento para os próximos anos.
A última versão é de 10 de fevereiro de 1983 - do tempo que o Corpo de Bombeiros era um braço da PM e a atual Constituição do Estado (1988/89) ainda não havia sido promulgada.
Também já está em tramitação o PLC que estabelece a distribuição e fixa o efetivo do Corpo de
Bombeiros. A Polícia já tem a sua lei complementar sobre o assunto, desde julho de 2008.
28 de jun. de 2010
Time suspeito
O time do Flamengo, atual campeão do Campeonato Brasileiro, está cada vez mais nas páginas policiais. Primeiro, foi o atacante Adriano, acusado de relação com traficantes. Depois, foi a vez do atacante Vagner Love. Agora, é o goleiro Bruno quem está encrencado por suspeita de assassinato da mãe de seu filho.
26 de jun. de 2010
Oligarquia hondurenha não tem vocação para a democracia
Por Celso Martins
Faltando pouco para completar um ano de golpe de estado, os direitos humanos continuam a ser violados em Honduras. Homens e mulheres que resistem à quebra da ordem constitucional são perseguidos, ameçados, espancados, sequestrados e mortos todos os dias. O noticiário fornecido pela Rede Morazanica de Informação e o site Defensores en Línea, os comunicados de entidades como o Cofadeh, Codeh e CPTRT e da própria Frente Nacional de Resistência Popular (FNRP), entre outras fontes, nos revelam um quadro dramático.
As principais lideranças da FNRP estão ameaçadas de morte, o que inclui sindicalistas, professores, intelectuais e escritores, ativistas sociais, camponeses e trabalhadores do campo, indígenas e afro-descendentes. Honduras é dominada por uma oligarquia fechada e violenta que controla os poderes da república - Executivo, Judiciário e Legislativo. O Exército e a Polícia também são alcançados pelos tentáculos oligarcas, regentes da mídia que desinforma, mente, insufla e aplaude a repressão. A ingerência norte-americana é visível, transparente: o embaixador norte-americano aparece duas a três vezes no noticiário (El Heraldo, por exemplo), dando palpites sobre os mais diversos temas da vida nacional hondurenha.
Leia na fonte
Faltando pouco para completar um ano de golpe de estado, os direitos humanos continuam a ser violados em Honduras. Homens e mulheres que resistem à quebra da ordem constitucional são perseguidos, ameçados, espancados, sequestrados e mortos todos os dias. O noticiário fornecido pela Rede Morazanica de Informação e o site Defensores en Línea, os comunicados de entidades como o Cofadeh, Codeh e CPTRT e da própria Frente Nacional de Resistência Popular (FNRP), entre outras fontes, nos revelam um quadro dramático.
As principais lideranças da FNRP estão ameaçadas de morte, o que inclui sindicalistas, professores, intelectuais e escritores, ativistas sociais, camponeses e trabalhadores do campo, indígenas e afro-descendentes. Honduras é dominada por uma oligarquia fechada e violenta que controla os poderes da república - Executivo, Judiciário e Legislativo. O Exército e a Polícia também são alcançados pelos tentáculos oligarcas, regentes da mídia que desinforma, mente, insufla e aplaude a repressão. A ingerência norte-americana é visível, transparente: o embaixador norte-americano aparece duas a três vezes no noticiário (El Heraldo, por exemplo), dando palpites sobre os mais diversos temas da vida nacional hondurenha.
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