Ainda sobre a situação da biblioteca da Assembléia Legislativa, recebi um e-mail do deputado Padre Pedro Baldissera (PT), que é a resposta do parlamentar para um eleitor, com cópia para mim. Não publico a íntegra porque o parágrafo final é de interesse apenas do remetente e do destinatário.
O padre faz até um comentário interessante sobre a disponibilidade dos acervos de instituições públicas para todos, e não apenas para uma comunidade específica.
A propósito, escrevi aqui que a carta questionando o fim da biblioteca partiu do conhecido escritor Fábio Brüggmann. Na verdade, a origem é desconhecida, e o escritor só divulgou.
Re: É o fim da biblioteca da Alesc?
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date Fri, May 1, 2009 at 9:41 PM
subject Re: É o fim da biblioteca da Alesc?
Caro Gustavo,
Assim que tomei conhecimento desta importante carta anônima publicada, fui atrás de informações oficiais. De fato, a biblioteca sairá de onde hoje se encontra, no 4º andar, e irá para o térreo, no hall de entrada. A Biblioteca da Assembleia Legislativa vai passar por um processo de modernização nos próximos meses. Além de oferecer suporte para pesquisas aos usuários através de computadores com acesso à internet e à intranet, os serviços de empréstimo e devolução também serão informatizados. Outras mudanças ainda fazem parte do projeto, entre elas a digitalização de alguns exemplares do acervo (segundo legislação), a renovação de livros e o auxílio da coordenadoria do setor aos usuários.
Porém, alertei para que não se fizesse a doação do material impresso. O livro impresso, apesar de todos os avanços da eletrônica, ainda é facilitador do acesso. Por falar nisto, não acho justo que somente deputados e funcionários possam emprestar o acervo. Assim como na UFSC,e outras universidades que conheço, a biblioteca da Assembleia não empresta para a comunidade externa, ou seja, pessoas que moram no município (ao menos) sede do órgão. Você não acha?
Portanto, Gustavo, o objetivo da reforma na biblioteca é facilitar o acesso não só dos funcionários, mas de toda a população que precise utilizá-la. Espero que, em breve, os empréstimos sejam válidos para visitantes.
(...)
Obrigado pelo registro de sua preocupação.
Cordialmente,
Padre Pedro Baldissera
deputado estadual - PT
Cabeçalho 1
2 de mai. de 2009
30 de abr. de 2009
Revezamento na vaga do PPS
Grando já havia deixado o cargo por 60 dias para Aparecido Voltolini, o taxista, em agosto do ano passado.
Se continuar nesse ritmo, os próximos a esquentar a cadeira do PPS no Parlamento podem ser Vilson Reichert (4.882) e Bernadete Corrêa Hillbrecht (3.675).
A maconha e o Parlamento
O assunto "Marcha da Maconha" chegou até o Plenário através do discurso do deputado-suplente Ismael dos Santos (DEM) que considerou a erva "porta de entrada para drogas pesadas". Criticou os organizadores do evento e tratou os usuários como se fossem criminosos. Outro deputado-suplente, José Natal (PSDB) reforçou o argumento do colega em aparte, chegando a insinuar que o usuário está no mesmo patamar do ladrão, traficante e assassino, enfim, um criminoso comum.
Que a maconha faz mal para saúde ninguém pode duvidar, mas a porta de entrada para outras drogas - vamos deixar de demagogia - é o álcool e o cigarro, que são muito mais prejudiciais à saúde e, pior, vendidos livremente em qualquer mercadinho da cidade. Um dia, nos Estados Unidos, o álcool já foi proibido e sua venda e consumo era restrita aos marginais, entendendo o termo como aquele que está à margem da sociedade, e não criminoso. A situação de proibição gerou tráfico, violência e assassinatos.
Não estou defendendo a legalidade da venda e compra da maconha, até porque não tenho posição definida sobre o assunto. Mas defendo o fim do discurso demagógico em relação à todas às drogas - cocaína, álcool, maconha e cigarro, que se diferenciam apenas por ser legal ou não.
Que a maconha faz mal para saúde ninguém pode duvidar, mas a porta de entrada para outras drogas - vamos deixar de demagogia - é o álcool e o cigarro, que são muito mais prejudiciais à saúde e, pior, vendidos livremente em qualquer mercadinho da cidade. Um dia, nos Estados Unidos, o álcool já foi proibido e sua venda e consumo era restrita aos marginais, entendendo o termo como aquele que está à margem da sociedade, e não criminoso. A situação de proibição gerou tráfico, violência e assassinatos.
Não estou defendendo a legalidade da venda e compra da maconha, até porque não tenho posição definida sobre o assunto. Mas defendo o fim do discurso demagógico em relação à todas às drogas - cocaína, álcool, maconha e cigarro, que se diferenciam apenas por ser legal ou não.
28 de abr. de 2009
Merísio feliz da vida
Representante de Xanxerê, cidade satélite de Chapecó, o vice-presidente da Assembléia Legislativa, deputado Gelson Merísio, desfilou pelo Plenário, feliz da vida , com a camiseta do Chapecoense, que ganhou bonito do Avaí em casa por 3 x 1. Na foto, tirando um sarrinho do avaiano deputado Sargento Soares, que ano passado estendeu a bandeira do clube da Ressacada na Tribuna quando ascendeu à primeira divisão.
Fotos: Carlos Kilian / Divulgação Alesc
26 de abr. de 2009
Pra não dizer que não falei das flores
Ronaldo se superou e fez um gol de placa na Vila Belmiro, comparado ao gol do Marcelinho Carioca, também pelo Corinthians, que ganhou uma placa em Santos. O vídeo é da Globo, mas a narração é mais emocionanente pela Band ...
23 de abr. de 2009
Dário assopra as 43 velinhas do PMDB
Ficou faltando o presidente Eduardo Pinho Moreira - o candidato do partido para 2010.
Foto: Carlos Kilian / Divulgação Alesc [clique para ampliar]
22 de abr. de 2009
Mais sobre a bibliteca da Alesc
Prometi apurar sobre a notícia/boato de que a Biblioteca da Alesc iria fechar. Vamos lá:
A biblioteca vai mudar de local, vai para o térreo, na entrada da Casa, já que todo o quarto andar vai ser ocupado com a reforma do restaurante da Afalesc. Já começou o processo de informatização e digitalização da bibliteoca - alguns títulos que nunca foram emprestados serão doados, os demais vão continuar no acervo. Outros terão apenas o arquivo digital.
A biblioteca vai mudar de local, vai para o térreo, na entrada da Casa, já que todo o quarto andar vai ser ocupado com a reforma do restaurante da Afalesc. Já começou o processo de informatização e digitalização da bibliteoca - alguns títulos que nunca foram emprestados serão doados, os demais vão continuar no acervo. Outros terão apenas o arquivo digital.
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